Inspirações para novos formatos de autosserviço

Como os restaurantes de autosserviço, os conhecidos self-services, vão operar após a quarentena? Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, gravou uma série de vídeos para a convite da Cozil, para responder essa pergunta e pensar em novos formatos de negócio para esses estabelecimentos.

Ângela Carmo, Especialista em Marketing e Conteúdo da Cozil, conta que a proposta dos conteúdos é oferecer alternativas interessantes para o setor, que foi tão afetado pelas medidas de contenção do novo coronavírus. “Nosso objetivo é apresentar caminhos para que os clientes que atuam no self-service encontrem, se renovem, e evoluam, conforme as tendências do mercado”.

Os vídeo são baseados no artigo O Futuro dos Restaurantes Self-Service pós Covid-19, que Emmanuel publicou em abril. O texto traz uma sugestão de protocolo para a reabertura e inspirações para novos formatos de autosserviço.

A série da Cozil tem três episódios: 

1) Self-service vai acabar?  

2) Inspirações para novos formatos de autosserviço

3) Tecnologia para os novos formatos de autosserviço

Os vídeos podem ser assistidos no Youtube ou no Instagram da Cozil. 

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Como serão os restaurantes self-service a partir de agora

Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, participou de uma discussão muito boa sobre as transformações que os self-services devem passar para se ajustar a esse novo momento.

A conversa foi a Cozil, fabricante de equipamentos para cozinhas industriais. Emmanuel falou sobre inspirações para novos formatos e modelos de negócio. Você pode assistir acessando o canal do YouTube ou IGTV da Cozil

Esse papo faz parte de uma série de vídeos da Cozil sobre o novo cenário do foodservice.

Nos próximos vídeos, os temas serão: 

– O novo consumidor e a relação com o self-service.

– Tecnologia para os novos formatos de autosserviço.

Assista aqui.

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Qual foi o caminho trilhado por quem teve sucesso no delivery

Neste período de quarentena, muitos negócios de alimentação migraram para o serviço de entrega para garantir a continuidade do funcionamento. A transição não foi fácil mas alguns ótimos exemplos surgiram durante a crise. Diris Petribu, diretora do StudioIno, do Hub FS e do Hub CK, conversou sobre esse tema com Flávio Guersola, da Guersola Consultoria,  uma empresa especializada em empreendimentos gastronômicos.

O papo com Diris faz parte de uma série de vídeos que a Guersola tem feito com especialistas do mercado de foodservice. A conversa, que abordou boas práticas de delivery e o que se pode aprender com quem está tendo sucesso nesse formato, está disponível no perfil da consultoria no Instagram

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(Imagem do cabeçalho: Patrick Connor Klopf / Unsplash)

Matéria da UOL aponta crescimento da demanda por cozinhas de aluguel

A UOL conversou com a Diris Petribu, diretora do StudioIno sobre o mercado de cozinhas de aluguel. Ela falou sobre o trabalho do Hub FS e do Hub CK, os dois conjuntos de cozinhas colaborativas que ela comanda. A matéria detalha o funcionamento das chamadas “cloud kitchens” e mostra como esse modelo de negócio ajuda estabelecimentos de alimentação focados no delivery.

O texto conta um pouco da trajetória do Hub FS e do Hub CK até o momento:

“Há cinco anos no mercado de cloud kitchens, o StudioIno começou o negócio com um imóvel de três cozinhas em Perdizes, zona oeste de São Paulo, voltado para dar suporte a food trucks e startups que atuam na região, o Hub Foodservice. Em 2019, investiu na adaptação de outro edifício com mais dez cozinhas e estrutura para delivery, o Hub CK (cloud kitchen), no mesmo bairro”

Diris explica como foi o investimento nos espaços:

“Os nossos clientes são, na maioria, restaurantes já consolidados. Nem todos têm o delivery próprio. Alguns deles estão sediados em outros pontos da cidade. Como não atendiam à região oeste, decidiram alugar o espaço para ampliar o raio de atuação”

O texto assinado pelo jornalista Bruno Cirilo foi publicado na última semana na página Nossa UOL, que traz conteúdo sobre gastronomia, viagem, moda e estilo de vida. A matéria inteira está disponível aqui.

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10 lições para o futuro dos restaurantes self-service

Enquanto várias cidades do Brasil começam a reabrir o comércio, o momento é mais do que apropriado para pensar e se preparar para o funcionamento de restaurantes. Quando o pico da pandemia tiver passado e pudermos pensar em trabalhar com segurança, como será o novo cenário do setor de alimentação? Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, falou sobre isso durante o seminário de inovação para esse mercado promovido pelo Canal Restaurante. A palestra, convertida em ebook gratuito, abordou 10 lições para pensarmos o futuro dos restaurantes self-service.

Como será o futuro

Entre mudanças significativas e ajustes pontuais, estabelecimentos e fornecedores estão calculando diferentes cenários. Em pesquisa com especialistas de diferentes áreas, Emmanuel Melo listou 10 elementos que, certamente, terão impacto no funcionamento de restaurantes self-service

1 – Será preciso criar e comunicar um protocolo de segurança

Estabelecimentos de alimentação já operam dentro de rigorosos controles de segurança e higiene. Esses protocolos deverão ser atualizados para incluir as medidas de prevenção à Covid-19 e o público deverá ser bem informado sobre as ações tomadas.2

2 – O cliente vai precisar lavar as mãos antes das refeições

Para garantir que o consumidor higienize as mãos corretamente, o estabelecimento deverá oferecer opções como pias ou dispensadores de álcool gel.

3 – Os alimentos no bufê deverão ser protegidos

Restaurantes self-services costumam ter um grande balcão com alimentos expostos. Esse espaço deverá ser repensado para que as comidas estejam protegidas de gotas de salivas das pessoas ao redor.

4 – Alimentos porcionados e pré-embalados podem ser uma alternativa

Além do autosserviço, os restaurantes podem passar a oferecer refeições ou lanches já prontos e embalados, como sanduíches e saladas.

5 – Oferecer pratos prontos é outro caminho

Outra opção ao autosserviço é a oferta de pratos servidos. Preparados por funcionários e entregues ao cliente na hora.

6 – Será necessário pensar outras alternativas de venda além do salão

Com as medidas de distanciamento físico, o número de mesas no salão podem ser reduzidas. Para continuar gerando receita, outras alternativas devem ser analisadas. Entre elas: delivery, pickup e venda de ingredientes para preparo em casa. 

7 – Mais do que nunca o digital ganhará força

Cardápio digital, app para adiantar os pedidos e a possibilidade de receber pagamentos sem contato entre o cliente e o funcionário. Essas são algumas vantagens virtuais que podem ser adicionadas às operações.  

8 – É possível vender o dia inteiro

Com refeições pré-porcionadas e embaladas, as vendas podem acontecer durante todo o dia e não apenas nos horários tradicionais de almoço e jantar.

9 – A preparação antecipada é mais produtiva

As refeições prontas permitem um melhor usos das horas de trabalho e possibilitam as vendas por outros formatos, como o delivery.

10 – Desenhar no chão as marcas de distanciamento na fila será prática comum

Será preciso ajudar o consumidor a manter a distância apropriada dos outros. As marcações no chão indicando o espaçamento da fila será essencial.

Referência para planejar

Todas as 10 lições estão detalhadas em um ebook disponível para download gratuito. A publicação pode ser uma boa referência para planejar o futuro do estabelecimento quando o momento da reabertura chegar.

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O futuro dos restaurantes Self-Service pós COVID-19

Recomendações para operação segura e novos formatos

Fortemente impactados pela pandemia da Covid-19, os restaurantes em todo o segmento comercial de foodservice estão fechados. Liberados apenas para operar nos sistemas de entrega (delivery) ou no atendimento no balcão com fornecimento de comida para viagem (to go). Muitos operadores estão aflitos e mergulhados em incertezas quanto ao futuro. 

Na reabertura, quando o distanciamento social for flexibilizado, o comportamento dos clientes será outro. Especificamente nos sistemas de autosserviço – self-service, os consumidores podem evitar esses restaurantes por acreditarem que aglomerações de pessoas em ambientes fechados, falando enquanto se servem de alimentos expostos, compartilhando dos mesmos utensílios, sentando-se em mesas comuns e próximas uma das outras e seguindo falando enquanto comem, representam grande risco de contágio da Covid-19.

Como operar restaurantes self-service que sejam mais seguros ao contágio da Covid-19 e ao mesmo tempo transmitir aos clientes a sensação dessa segurança?

É provável que as autoridades sanitárias criem um protocolo médico para ser utilizado na reabertura dos restaurantes self-service. Porém, enquanto esse momento não chega e preocupados com a angústia dos operadores desse importante segmento do foodservice (ver quando ao lado), resolvemos nos antecipar a esse desafio e contribuir com nossa visão sobre o tema.

Reunimos nosso time de arquitetos e designers de foodservice e conversamos com especialistas na busca de soluções para esse complexo desafio. O resultado, apresentado a seguir, é um conjunto de recomendação e ideias que propomos para orientação e inspiração dos operadores dos restaurantes de autosserviço.

Áreas de atendimento ao público – entrada, bufê de serviço, sala de refeição e caixas de restaurantes de autosserviço (self-service):

No acesso ao restaurante

  • Controlar o fluxo de entrada para evitar aglomerações. Os restaurantes institucionais podem fracionar a ida do pessoal ao restaurante;
  • Dar visibilidade aos procedimentos de segurança adotados pelo restaurante, assim como às recomendações aos clientes. Utilizar cartazes e informações verbais:

“Entre, lave as mãos, pegue seu prato, sirva-se e mantendo-se sempre em silêncio, pela saúde de todos.”

 

  • Cardápios, quando existentes, devem ser produzidos em materiais descartáveis;
  • Disponibilizar lavatórios fixos (2 ou 3 por linha de serviço). Como alternativa oferecer dispensadores de álcool em gel. Totens com dispensadores de álcool em gel acionados por pedal, podem ser uma ótima alternativa.

 

No bufê de serviço

  • Toda a louça e utensílios utilizados devem ser lavados e higienizados em máquinas de lavar louças com enxágue a 84oC;
  • Oferecer talheres higienizados e embalados;
  • Na impossibilidade de usar lavagem mecânica oferecer utensílios descartáveis;
  • Fazer identificação no piso para garantir a distância de 1,5 metros entre os clientes;
  • Utilizar sistema misto no bufê: autosserviço de alimentos porcionados e embalados e pratos servidos:
  • Saladas podem ser pré-montadas em porções individuais, protegidas com filme plástico para autosserviço em expositores refrigerados;
  • Proteínas e guarnições devem ser servidas por funcionários, em balcões aquecidos. Criar protetores de acrílico entre o pessoal de serviço e os clientes; 
  • Bebidas embaladas (latas e outras embalagens), em caso de post mix deverá ser operada por funcionários, sem manipulação dos clientes;
  • Sobremesa em porções embaladas, para autosserviço e expostas em refrigeradores abertos tipo grab&go;
  • Disponibilizar álcool em gel antes do grab&go;
  • Temperos deve ser oferecidos em sachês;
  • Os alimentos no bufê devem ser obrigatoriamente cobertos com protetores salivares eficientes com fechamentos laterais, superior e frontal (Anvisa e NSF/ANSI 2). O bonito agora é o mais seguro;
  • Balcões centrais (atendimento por ambos os lados), não devem ser utilizados, quando existentes, devem ser utilizados somente em um dos lados. Utilizar o outro lado para implantar pratos servidos;
  • Os funcionários de serviço no bufê e no restaurante devem usar luvas e máscaras;
  • Restaurantes pequenos ou aqueles que possuem o bufê encostados em paredes, que impossibilita a implantação de pratos servidos, podem oferecer pratos já montados com duas ou três opções.

 

Na sala de refeição

  • Verificar a possibilidade para reduzir 1/3 das mesas para assegurar o distanciamento de 2 metros entre mesas e 1 metro entre cadeiras;
  • Uma alternativa seria manter a quantidade de mesas, porém recomendar o uso somente de um dos lados;
  • Funcionários deve desinfectar mesas e cadeiras após cada uso e troca de clientes;
  • Disponibilizar álcool em gel nas mesas;
  • Prever local para descarte de máscaras;
  • Utilizar ventilação natural se possível. No caso de ar condicionado, observar a  limpeza dos filtros e a manutenção preventiva do sistema;
  • Colocar cartazes recomendando para que todos comam em silêncio

 

No caixa para pagamento

  • Utilizar comandas descartáveis;
  • Fazer identificação no piso para garantir a distância de 1,5 metros entre os clientes;
  • Operadores dos caixas devem utilizar máscaras e não podem manipular alimentos;
  • Instalar protetores de acrílico para as balanças;
  • Instalar protetores de acrílico nos caixas;
  • Desinfetar as maquininhas de cartão antes de cada uso;
  • Incentivar o uso do pagamento sem contato físico, com celulares e relógios inteligentes;
  • Implantar sistema para pagamento por débito;
  • A tecnologia para caixas automáticos ou sem caixas já está disponível e pode ser utilizada por restaurantes com maior poder de investimento.

Os sistemas de autosserviço (self-service), quando projetados seguindo a legislação já existentes antes da pandemia da Covid-19, estão com a infraestrutura preparada para operar com segurança. Esses restaurantes poderão adotar os procedimentos indicados sem maiores problemas. 

Outros restaurantes precisarão fazer alguns ajustes para oferecer a segurança necessária aos seus clientes e funcionários.

 

Novos formatos de autosserviço

Pense em um “delivery” da cozinha do seu restaurante para a sala de refeições. Em vez do bufê tradicional,  uma “parede” formada por expositores verticais refrigerados e aquecidos tipo “grab&go”. Refeições completas, alimentos em porções e lanches, preparados e embalados em sua cozinha (ou vindo de uma central) são disponibilizados nesses expositores. O cardápio é tipicamente brasileiro com a comida de todos os dias: picadinho, filé à parmegiana, estrogonofe de frango, feijoada, saladas, sopas, sanduíches, pizzas, opções veganas…

Todos os alimentos estão lindamente expostos, iluminados e fáceis para pegar. Os clientes podem consumir no local ou levar as refeições e lanches para escritórios, para casa… Fornos rápidos (micro-ondas) estão disponíveis para os clientes aquecerem as suas refeições e lanches quando resfriados. Alimentos quentes também estão disponíveis e prontos para consumo.

 

Esse novo formato oferece muitas vantagens em relação ao serviço tradicional de bufê como:

  • Adequação rápida para troca do cardápio: café da manhã, almoço e lanches “Snackification” (1);
  • Vendas durante todo o dia;
  • Vendas de alimentos para consumo no local ou para viagem “take-away” (2);
  • Produtos prontos para “delivery” (3);
  • Serviço mais rápido, maior giro no salão;
  • Menor desperdício de comida pronta (esse é um problema dos bufês atuais);
  • Maior produtividade, produção contínua na cozinha durante toda a jornada;
  • Possibilidade de escalar os negócios;
  • Permite a centralização da produção, inclusive em “ghost kitchens” (4),  e distribuição em vários pontos de venda;

 

Porém, o sistema traz alguns desafios também:

  • A quebra de paradigmas no comportamento de consumo de comida fora de casa;
  • A necessidade de avançar com o desenvolvimento das embalagens 100% biodegradáveis, com zero impacto para o meio ambiente;
  • A necessidade de investimentos em reformas e aquisição de equipamentos como resfriadores/congeladores rápidos, vitrines tipo grab&go, fornos profissionais de micro-ondas e outros;
  • A transformação digital dessas operações também será necessária para a obtenção de resultados melhores.

Esse novo formato de autosserviço será mais facilmente adaptado para o segmento de restaurantes comercial e para copas descentralizadas no segmento institucional do foodservice.

Existem algumas referências de utilização desse sistema. Relacionamos aqui as redes de foodservice britânicas Pret a Manger e Wasabi, com muito sucesso nos EUA e em outros países. 

  1. Snackification é um termo em inglês criado recentemente para designar a tendência de comportamento, observada principalmente nas novas gerações, do aumento do consumo de lanches em vários momentos do dia ou invés de refeições completas consumidas em horários tradicionais – café da manhã, almoço e jantar;
  2. Take-away ou To go são expressões em inglês para o serviço de comprar no restaurante e levar para consumir em casa ou escritórios;
  3. Delivery é o serviço bem conhecido entre nós de pedir comida quente, pronta para consumo e receber em casa ou escritório;
  4. Ghost kitchens são cozinhas específicas para delivery e que não possuem áreas para atendimento de público.

 

Mensagem final

Assim como ocorreu em outras crises, essa também vai passar.

Vamos trabalhar agora e ficarmos prontos para a reabertura dos restaurantes com sucesso.

Confiem na sua criatividade

 

Agradecimentos

Agradecemos muito aos colegas e especialistas que contribuíram com ideias, sugestões e comentários para a elaboração deste texto. Em particular nominamos: Dra. Aline – Infectologista, Liliane Bittar – Nutricionista e Especialista em Segurança Alimentar, Myriam Scholz – Nutricionista e Especialista em Segurança Alimentar, José Aurélio Lopes, FCSI – Nutricionista, Marco Amatti, FCSI – Consultor em Gestão de foodservice, João Carlos faias – Arquiteto e Designer, membro da FCSI e especialista em foodservice, e a todos os colegas do StudioIno.

 

Referências:

  • Resolução RDC-216/2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
  • Portaria CVS-5 do Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • NOTA TÉCNICA Nº 18/2020/SEI/GIALI/GGFIS/DIRE4/ANVISA Covid-19 e as Boas Práticas de Fabricação e Manipulação de Alimentos

 

QUADRO – 1

Quadro resumo

Recomendações para operar restaurantes self-service que sejam mais seguros ao contágio da Covid-19.

Áreas de atendimento ao público – entrada, bufê de serviço, sala de refeição e caixas.

  • Controlar o fluxo de entrada para evitar aglomerações;
  • Disponibilizar lavatórios e dispensadores de álcool em gel para os clientes. Os totens com álcool em gel são alternativas práticas;
  • Fazer marcações no piso, na área do bufê e filas de pagamento nos caixas, para limitar a proximidade das pessoas em 1,5m;
  • Higienizar louças e utensílios mecanicamente com enxágue a 84oC;
  • Na impossibilidade de usar lavagem mecânica oferecer utensílios descartáveis;
  • Implantar o serviço misto no bufê com autosserviço de alimentos porcionados e embalados e pratos servidos;
  • Utilizar protetores salivares eficientes;
  • Não utilizar balcões centrais com atendimento pelos dois lados;
  • Verificar a possibilidade para reduzir 1/3 das mesas para assegurar o distanciamento de 2 metros entre mesas e 1 metro entre cadeiras;
  • Alternativamente, utilizar as mesas da sala de refeições somente em um dos lados;
  • Disponibilizar locais para descarte de máscaras;
  • Instalar protetores de acrílico nos caixas e balanças (quando utilizadas);
  • Incentivar o pagamento digital, sem contato físico;
  • Treinar os funcionários e padronizar o uso de máscaras;
  • Criar cartazes para comunicação com os clientes: informar procedimentos que o restaurante está seguindo e orientar as boas práticas de higiene para os clientes.

 

Tenha em mente que o objetivo dessas recomendações, além de criar um ambiente mais seguro é também o de promover a percepção de segurança para os clientes.

 

QUADRO – 2

 

O sistema de autosserviço no Brasil

Os restaurantes que operam no sistema de autosserviço, ou self-service como são conhecidos, respondem por 27% dos almoços servidos fora do lar, segundo pesquisa Sebrae. Estimamos que restaurantes de autosserviço, soma aproximadamente 150 mil estabelecimentos no Brasil, somente no segmento comercial.

No segmento institucional, o autosserviço é fortemente utilizado em restaurantes de empresas, escolas, unidades militares, hospitais, além de outros.

 

QUADRO – 3

 

Como o coronavírus é transmitido: 

Segundo informações das autoridades de saúde e de especialistas que conversamos, a transmissão do coronavírus causador da Covid-19 pode ser resumida da seguinte forma:

 

  1. Por vias respiratórias, através das gotículas de saliva que são jogadas no ar quando a pessoa tosse, espirra ou fala a pelo menos um metro de distância; 
  2. Por meio de contato físico, quando essas gotículas contendo o vírus alcançam mucosas dos olhos, nariz e boca; 
  3. Por meio de contato das mãos e rosto com superfícies contaminadas, levando-as aos olhos, nariz e boca; 

 

Outras informações sobre o SARS-Cov-19, o novo coronavírus:

  • O vírus sobrevive por algumas horas em suspensão no ar ou até dias em certas superfícies;
  • Ele resiste por até três horas na forma de aerossol;
  • O vírus chega a ficar até três dias sobre estruturas ou objetos de plástico ou aço inoxidável;

 

Em outras palavras o vírus é transmitido por:

Gotículas de saliva da fala, espirros, acessos de tosse e contato das mãos com superfícies contaminadas

ATENÇÃO! A maioria dos infectados não tem sintomas ou apresenta apenas manifestações mais leves.

 

Como prevenir: 

Isolamento social e higiene das mãos.

O uso de produtos de limpeza simples, como água e sabão, desinfetante e água sanitária é eficaz para eliminar o vírus de superfícies

 

QUADRO – 4

Áreas de produção – Cozinhas

O foco deste trabalho são as áreas de serviço e atendimento ao público dos restaurantes de autosserviço, porém queremos ressaltar que os restaurantes devem seguir a legislação sanitária vigente com todo o rigor. Chamamos a atenção para os seguintes pontos: 

  • Estabelecer um controle para identificar as condições de saúde do colaborador, o qual ficará impedido de trabalhar se exibir sinais visíveis de doença, apresentar sintomas gripais, febre, diarreia, vômito, infecções cutâneas. Reforçar a importância da comunicação imediata ao gestor responsável sobre o problema de saúde para as devidas ações; 
  • Orientar todos os colaboradores sobre a doença e prevenção do contágio pelo coronavírus (SARS-COV-2), a forma correta de higienização das mãos e demais medidas de prevenção;
  • Intensificar a prática de higiene das mãos que deve ser realizada em intervalos regulares e supervisionada;
  • Os colaboradores que preparam e servem alimentos devem utilizar máscaras e luvas descartáveis, além dos outros EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) necessários para as atividades;
  • Orientar sobre a correta utilização das máscaras e luvas descartáveis, com rigorosa higiene das mãos e descarte em local apropriado (lixeira com pedal exclusiva para este fim);
  • Intensificar a frequência de higienização das áreas de preparo e atendimento, bem como dos equipamentos, móveis e utensílios utilizando produtos saneantes específicos: detergentes e desinfetantes clorados e álcool líquido 70%.
  • Intensificar a frequência e reforçar a limpeza dos sanitários (colaboradores e clientes): pias, peças sanitárias, válvula de descarga, torneiras, fechaduras e maçanetas, interruptores, lixeiras, dispensadores de sabonete líquido, álcool gel, suporte de papel higiênico e papel toalha, piso, paredes, portas.
  • Durante o processo de manipulação dos alimentos, também deve ser mantido o distanciamento entre os colaboradores, no mínimo 1,5m.

 

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KFC, Taco Bell, Pizza Hut e Starbucks inauguram unidades no Brasil

As últimas semanas de 2019 foram movimentadas para a equipe de arquitetura do StudioIno. Os profissionais acompanharam a finalização das obras e as inaugurações de sete projetos que estavam em execução. Neste período, foram abertas seis novas unidades da rede KFC, três novas Taco Bell, e mais um ponto da Starbucks, todos clientes do escritório.

Mais KFC no Brasil

A cadeia de frango frito dos Estados Unidos, continua crescendo por aqui. A KFC chegou ao shopping Butantã, ao Bourbon Shopping e ao shopping Morumbi Town, todos na capital paulista. Outras unidades foram inauguradas em Canoas, no Rio Grande do Sul, no Pátio Cianê Shopping, em Sorocaba (SP), e no Minas Shopping, em Belo Horizonte (MG).

A KFC é cliente do StudioIno desde 2017 e tem expandido as operações no Brasil apostando na estratégia de abrir unidades menores e mais espalhadas

KFC do Shopping Bourbon, em São Paulo (SP)

Taco Bell e Starbucks em São Paulo

Já rede de comida mexicana-americana Taco Bell, três novos pontos, um em São José dos Campos (SP), no shopping Vale Sul; outro no Shopping Piracicaba (SP) e outro no shopping Metropolitano Barra, no Rio de Janeiro (RJ). A equipe de arquitetura entregou ainda uma unidade de rua da Pizza Hut, no bairro de Higienópolis, em São Paulo (SP)

Taco Bell em Piracicaba (SP)

A mais famosa cafeteria do mundo, a Starbucks começou as operações de mais um ponto em São Paulo. A novidade fica na maternidade do Hospital Albert Einstein.

O StudioIno faz projetos para a Starbucks desde 2013. Em 2018, o escritório comemorou 40 unidades entregues para a marca

Starbucks do Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP)

Mais novidades

Em dezembro, além dos trabalhos para as grandes redes norte-americanas, o time de arquitetura do StudioIno acompanhou inaugurações de outros projetos realizados para marcas nacionais. A gelateria gourmet San Paolo abriu um novo ponto no Shopping Morumbi, em São Paulo, e a CupQueijo iniciou as operações de uma unidade em Jacareí (SP).

 

 

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Novos negócios e tendências do foodservice foram os temas mais acessados de 2019

Em 2019, os profissionais e estudantes que acompanham as redes do StudioIno procuraram se atualizar sobre novos negócios e tendência do setor de foodservice. Esses foram os assuntos mais acessados no site da empresa durante o ano. Nesse período, as notícias mais clicadas falavam sobre inauguração de restaurantes e gelaterias, sobre atualizações e capacitações nas áreas de arquitetura e design, e também sobre inovações nesses setores. 

Abaixo, uma lista dos 10 posts mais acessados no site do StudioIno em 2019:

 

1 – Hamburgueria Senhor Frederico abre mais uma unidade no Rio Grande do Sul 

2 – Já experimentou os produtos da Oficina de Sorvete de Heliópolis?

3 – Modelo de negócio inovador muda a forma de pensar o delivery de comida

4 – Gelateria San Paolo abre primeira loja de rua no Recife

5 – Gelateria de Itajubá (MG) aposta em comunicação descolada e autêntica

6 – Gail recebe time de clientes e parceiros

7 – Grab and go é tendência no foodservice

8 – Consultores brasileiros aprendem sobre a tecnologia de speed ovens

9 – Time de arquitetura passa por capacitação em BIM

10 – Estamos contratando designer de produto

 

 

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Pizza Makers expande operações com opções de saladas e espaço com bar

Desde a abertura da primeira unidade, em dezembro de 2016, a Pizza Makers esteve em constante expansão. Atualmente, a marca tem 13 unidades no Rio de Janeiro e em São Paulo, além de outros quatro pontos novos em obras. O crescimento em números veio acompanhado de novidades nas operações. A Pizza Makers destaca a oferta de saladas e está prestes a estrear espaços com ambiente de bar. Os incrementos levaram a rede a atualizar a comunicação visual e a investir em novos projetos de arquitetura executados pelo StudioIno.

O conceito da Pizza Makers é a valorização da cultura do “faça você mesmo”. Estimulando os clientes a expressarem suas ideias, em um ambiente moderno e casual, a rede oferece pizzas que o consumidor monta da forma que achar melhor, acrescentando diferentes opções de ingredientes. O produto fica pronto na hora, com o uso de um forno especial de cozimento rápido. 

Gregory Machado, proprietário da Pizza Makers, explica que sentiu a necessidade de destacar as saladas para mostrar ao consumidor mais alternativas de comer “do seu jeito”. “Vimos que temos esse ‘gap’ no mercado de praça de alimentação de saladas. Queremos ser vistos também pelas nossas excelentes saladas e conseguir agradar o consumidor de todas as formas”, diz Machado. 

Os espaços com bar são algo que já estavam nos planos para a Pizza Makers. “Esse sempre foi um projeto que esteve guardado desde o início”, conta o empresário. “Agora surgiu a oportunidade de colocá-lo em prática num dos principais aeroporto do mundo”, celebra Machado. O novo formato estará disponível na unidade do aeroporto de Guarulhos (SP), que tem previsão de começar a funcionar no início do ano que vem.

Branding atualizado 

Para mostrar as novidades aos clientes, alguns elementos do branding foram atualizados. O conceito e a comunicação visual da Pizza Makers haviam sido criados pelo StudioIno junto com Gregory Machado lá no início do projeto, em 2016. 

Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, enumera as razões para a atualização do branding. “Tornar a comunicação mais clara para os clientes, principalmente na hora de escolher os ingredientes para montar pizzas, calzones ou saladas; dar mais visibilidade para as saladas no cardápio; e apresentar os novos ingredientes, em especial, para o público vegetariano e vegano”. Para isso, as peças de comunicação visual foram redesenhadas, entre elas os adesivos para o balcão de montagem, os cardápios de mão, e o menu destacado nas paredes das unidades. 

O StudioIno também foi responsável pelo desenvolvimento do projeto de arquitetura para os espaços externos e as cozinhas da Pizza Makers, desde o começo da marca. Com as novidades, a integração da ambientação ao conceito continua. “A identidade do branding é a mesma, com evocação da cultura maker”, explica Melo.

Crescimento da marca

Para 2020, Machado diz que o plano é continuar aumentando as operações, mas sem afobação. “Crescimento com pé no chão! Sendo sempre referência em qualidade, atendimento e rentabilidade”.

 

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Apostando na tradição dos gelatos italianos

Brasileiros descendentes de italianos, os empreendedores Fabiano Bianchi e Henrique Zarpellon procuraram o StudioIno com um nome e uma ideia. O projeto deles era abrir uma gelateria que valorizasse a forma de produzir e as tradições da Itália. Com a proposta inicial em mente, as equipes de arquitetura e design do escritório partiram para o desenvolvimento de uma proposta unindo as duas áreas em torno do conceito. 

O nome da gelateria foi escolhido pelos proprietários: Gigli D’Oro. O termo quer dizer “lírios de ouro” e remete às flores na bandeira de Florença, capital da Toscana. Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, diz que é nessa região onde se presume que o gelato tenha sido inventado. 

Consultoria completa: arquitetura e design para foodservice

Inspirados pelo nome e pela premissa do negócio, o time de design do StudioIno desenvolveu o branding da gelateria. O trabalho de pesquisa foi realizado em 60 dias e se integra com as ideias para o projeto de arquitetura, que está em construção no momento. Essa união de especialidade é uma oferta de serviço diferenciada que o StudioIno traz para o mercado de consultoria de foodservice. O negócio é pensando de forma global e o conceito da marca é trabalhado consistemente nas diferentes áreas do projeto.

Emmanuel Melo explica a integração de serviços, como foi realizada para a Gigli D’Oro. “A arquitetura é parte importante do branding e que articulada com os demais elementos da comunicação: logo, atmosfera do interior, produtos… deverá comunicar os valores da marca. Um gelato autêntico em um ambiente moderno, mas com referências italianas da Toscana”.

Branding para a gelateria

Essa mistura entre elementos modernos e aqueles tradicionais da Toscana dá o norte para o branding que o StudioIno criou para a marca. As cores em destaque são o verde escuro, o dourado e o vermelho. Elas foram selecionadas pela observação dos empresários em várias visitas à vários estabelecimentos de alimentação da Itália. A equipe de design aumento essa paleta acrescentando tons marrons, branco e preto. O lírio, central para o conceito do empreendimento, foi estilizado para compor a marca e permeia a comunicação visual. O branding traduziu o conceito da Gigli D’Oro em vários pontos de contato com o cliente, para criar uma experiência completa. A comunicação está na fachada, nos copinhos, nos uniformes dos funcionários, entre outros.

 

 

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