StudioIno oferece diferentes soluções em arquitetura, design e inovação para foodservice

Resumimos nossa atuação em uma frase: Completa experiência em foodservice.

Mas como esse trabalho funciona?

Contamos com três times.

Arquitetura e consultoria – A equipe de arquitetura utiliza uma metodologia própria e consagrada para desenvolver propostas inovadoras. Já entregamos inúmeros projetos de retrofit, back e front of the house, branding, gerenciamento de obras e novos conceitos. Os clientes do time de arquitetura são diferentes estabelecimentos de foodservice. Entre eles, restaurantes comerciais ou corporativos, hospitais, padarias, cafés e centrais de produção.

Baixe mais informações sobre nosso trabalho de arquitetura:

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Material informativo em português sobre trabalho de arquitetura.

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Material informativo em inglês sobre trabalho de arquitetura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Design de produto e inovação O time de design foca em inovação e desenvolvimento de produtos para foodservice. Os projetos desta equipe já foram reconhecidos com diferente prêmios nacionais e internacionais. Entre eles, o Red Dot Award, uma das mais importantes premiações de design no mundo. Além da criação de novos produtos, a equipe do StudioIno trabalha ainda redesign, engenharia, pesquisa, e análise de oportunidades de mercado.

Baixe mais informações sobre nosso trabalho de design:

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Material informativo em português sobre trabalho de design.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Material informativo em inglês sobre trabalho de design.

 

Cozinha colaborativa – Nosso terceiro time é o mais diverso. Na verdade, trabalhamos para que cada vez mais diferentes profissionais de variadas áreas participem também. O Hub FoodService é a nossa cozinha colaborativa. O espaço pode ser utilizado para eventos, treinamentos, aulas, por exemplo. Para negócios pequenos ou iniciantes, o Hub pode ser contratado como central de produção, reduzindo custos de operação.

Baixe mais informações sobre o Hub FoodService:

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Material informativo em português sobre a cozinha colaborativa.

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Material informativo em inglês sobre a cozinha colaborativa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

StudioIno apresenta soluções para novos negócios em foodservice na Feira do Empreendedor

De 20 a 23 de fevereiro, São Paulo recebe mais uma edição da Feira do Empreendedor, evento organizado pelo Sebrae. O StudioIno participa apresentando projetos de cozinha industrial para diferentes modelos de negócio. Empresários e investidores interessados no mercado de alimentação podem conferir as novidades do escritório que estarão expostas no estande da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

A arquiteta e diretor da StudioIno, Diris Petribu, explica que a proposta, feita em parceria com a Abrasel, é versátil para atender diversos tipo de estabelecimentos. “Foi projetado uma cozinha funcional, para a orientação de fluxos e equipamentos e, na frente, diferentes conceitos: hamburgueria, restaurante self service, temakeria, bike de sorvete e um bar”.

Restaurante de Sucesso-Sebrae

No espaço dentro da Feira, o empreendedor poderá ainda ter consultoria da Abrasel e de Sebrae para negócios no setor de alimentação. Técnicos das instituições falarão com o público, em visitas agendadas sobre fluxos, processos, regulamentações, entre outros temas.

O StudioIno oferece diferente serviços para empreendedores interessados no setor de foodservice. O time de arquitetura do escritório é especializado em projetos e acompanhamento de obras de cozinhas e centrais de produção comerciais. Já a divisão de design do StudioIno é reconhecida pela excelência em desenvolvimento e redesign de equipamentos para cozinhas industriais, tendo recebido vários prêmios nacionais e internacionais.

Há mais ou menos um ano, o StudioIno iniciou as atividades do Hub Foodservice, uma cozinha colaborativa e espaço coworking específico para o setor de alimentação. Novos negócios, que ainda não contam com central de produção, podem alugar a cozinha do Hub para este propósito e economizar no investimento inicial para abertura do empreendimento.

O StudioIno tem experiência em projetos de arquitetura e design para novos negócios em foodservice. Estão na carteira de clientes do escritório marcas como as sorveterias Davvero, Soffione e La Naturelle, a confeitaria B.Lem, o restaurante Jalapeño e Buffet Teras, e a cafeteria Café Creme. Todas procuraram o escritório quando foram abrir suas primeiras unidades.

A Feira do Empreendedor será realizada de 20 a 23 de fevereiro, no Anhembi Parque, Pavilhão Norte / Sul, na Avenida Olavo Fontoura, n 1209. A entrada para o evento é franca.

Ajude a ONG Instituto Anchieta Grajaú a construir uma cozinha

O Instituto Anchieta Grajaú está buscando auxílio de empresas e da sociedade em geral para construir uma cozinha na sede da ONG. O StudioIno, o escritório Loeb Capote Arquitetura e o Sindicato das Empresas Fabricantes de Equipamentos e Produtos para Cozinhas Industriais (Sindal) se uniram para apoiar a campanha da instituição por recursos para a obra. Especialista em arquitetura e consultoria para foodservice, o StudioIno desenvolveu o projeto para o novo espaço juntamente com a Loeb Capote Arquitetura. O Sindal está mobilizando esforços para garantir ajuda para realizar a reforma. Para ajudar, basta verificar a lista de equipamentos que a ONG necessita e fazer a doação para o Sindal (sindal@sindal.org.br) ou para o StudioIno (diris@studioino.com.br). A campanha foca, especialmente, em empresas do setor de foodservice que queiram doar itens novos ou seminovos.

Ajude a ONG Instituto Anchieta Grajaú a construir uma cozinha

A ONG foi fundada há 22 anos e atende, com programas educativos, cerca de 600 crianças, jovens e adolescentes, além de 158 meninos e meninas que frequentam a creche do espaço na comunidade do Grajaú. Segundo o Mapa da Prefeitura do Município de São Paulo, de 2003, o distrito do Grajaú está em penúltimo lugar na classificação geral do índice de qualidade de vida. O local tem ainda pontuação alta no Índice Paulista de Vulnerabilidade Social. O instituto conta, atualmente, com uma cozinha que, mesmo não estando em condições adequadas, serve de local para o preparo de 1830 refeições diárias, incluindo café da manhã, lanches, almoço e jantar.

O projeto da nova cozinha já foi elaborado, em uma parceria entre o StudioIno e o escritório Loeb Capote Arquitetura. Roberto Loeb, fundador da empresa, está também à frente do Instituto Anchieta Grajaú. “O envolvimento dele começou de um desejo de um grupo de amigos em pensar alternativas para as condições desfavorecidas da comunidade do Grajaú, tendo em vista um terreno de 240 mil metros quadrados doado pela construtora Cyrela”, explica Marina Loeb, filha de Roberto, e uma das arquitetas responsáveis pelo projeto da nova cozinha da ONG. A construtora, inclusive, já doou parte do valor necessário para a construção civil do novo espaço.

O primeiro passo para a reformulação da cozinha foi identificar os problemas e oportunidades das instalações atuais. “Hoje, a cozinha funciona de forma muito simples, mas com um cuidado com os produtos, com a alimentação e, principalmente, com os usuários. Existe uma horta orgânica e um trabalho bem bacana de conscientização sobre meio ambiente e utilização de recursos naturais”, explica Diris Petribu, diretora do StudioIno e também responsável pelo projeto para o Instituto.

A ideia foi projetar uma cozinha funcional, com fluxos corretos, equipamentos que melhorem a produção e um ambiente com conforto ambiental e dentro das normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A nova cozinha terá a área ampliada para 495 metros quadrados e, com isso, aumentará também a capacidade de atendimento. “Além disto, o projeto visa proporcionar um espaço aconchegante e confortável para que os usuários se sintam como se estivessem em casa”, diz Marina Loeb. “Prevê-se jardins internos, e refeitório com configurações e escala que propiciem encontros e convívios férteis”, explica. Diris dá mais detalhes sobre as especificações técnicas do novo espaço. “Pretendemos certificar a cozinha com o selo Green kitchen, com ambientes que valorizem o controle da insolação, a iluminação natural e a ventilação renovada. O espaço terá uso de materiais naturais, reusados, reciclados ou certificados e tratamento do lixo, que será utilizado para a horta comunitária”, detalha Diris. Com a reforma, o espaço passará a funcionar também como uma cozinha experimental para cursos e treinamentos voltados para a comunidade local.

Ajude a ONG Instituto Anchieta Grajaú a construir uma cozinha

Saiba mais:

Sobre o Instituto Anchieta Grajaú:

www.institutoanchietagrajau.org.br

Sobre como ajudar:

StudioIno

www.studioino.com.br

Rua Apinagés, 1718, Sumaré – São Paulo – SP

Fone: (11) 3868-4664

Email: Diris Petribu – diris@studioino.com.br

Sindal

www.sindal.org.br

Rua Tagipuru, 235 cj. 102 e 103 – Barra Funda – São Paulo – SP

Fone: (11) 3661-0589

Email: sindal@sindal.org.br

4 insights que tive durante a Host 2015 em Milão

De 23 a 27 de outubro, estive em Milão, na Itália, para participar de um dos eventos mais importantes da indústria de foodservice, a Host. Em sua 38º edição, a feira internacional abarca os setores de alimentação, varejo, distribuição e o segmento hoteleiro.

Durante os dias que fui um dos mais de 150 mil visitantes de todo o mundo que participam da Host, observei tendências e tive insights interessantes. A seguir, divido com vocês, em um recorte particular, os quatro pontos principais que aprendi durante o evento.

1 – O protagonismo dos alimentos nos espaços de venda e consumo

Tendencias em cozinhas industriais

Nos novos conceitos de lojas de Foodservice, os alimentos prontos – frescos, orgânicos e sazonais, assumem, cada vez mais, a condição de protagonistas dos ambientes. Sejam nas lojas de ruas, aeroportos, shoppings e outros.

Tendencias em cozinhas industriais

A atmosfera dessas lojas adota os mercados populares, os empórios e as feiras livre como metáfora de seus conceitos. Novidade? Certamente não, mas é uma prática cada vez mais forte.

Tendencias em cozinhas industriais

Os consumidores gostam de ver os alimentos que irão consumir, mais que fotografias idealizadas em painéis de Led. A exposição dos alimentos é uma estratégia vitoriosa para aumentar as vendas. E isso é suficiente para que operadores adotem o conceito.

O desafio é contar com equipamentos que mantenham os alimentos nas temperaturas seguras e, ao mesmo tempo, aproximem e facilitem o acesso dos consumidores.

2- Equipamentos para exposição e venda dos alimentos

Tendencias em cozinhas industriais

Se o alimento é protagonista da cena no varejo de alimentos, o equipamento é coadjuvante. A atmosfera é a do empório. Então, nada de equipamentos modernosos e exibidos tentando roubar a cena.

Tendencias em cozinhas industriais

O conceito de design para esses expositores é o hide design, quando o equipamento se torna “invisível”. Outro conceito utilizado é o drop in, aqui os expositores podem ser encaixados em móveis de diversos materiais e com design coerente com a atmosfera da loja.

Tendencias em cozinhas industriais

Outro conceito consagrado é o Grab&Go, ou pegar e levar, em livre tradução. São expositores verticais abertos e que podem ser “envelopados” com o conceito da loja. Águas, sucos, saladas e sanduiches, por exemplo, ficam ao alcance do consumidor antes dos caixas.

A conservação dos alimentos entre +1oC à +5oC predomina e é recomendado pelas autoridades sanitárias.

3 – Preparação à vista do cliente

Tendencias em cozinhas industriais

Sanduiches e saladas expostos e preparados à vista do cliente no mesmo ambiente do consumo.

Tendencias em cozinhas industriais

Expositores com área de preparação para sushi. Tudo feito na frente do consumidor.

Tendencias em cozinhas industriais

Tendencias em cozinhas industriais

O tampo de preparo também é refrigerado.

Operadores energizam as áreas de distribuição e comunicam fortemente o frescor dos alimentos, além de personalizarem o serviço.

Fornos a carvão não são o que possa ser chamado de novo ou tecnológico. Na verdade, não têm controle eletrônico ou mesmo precisam de uma conexão elétrica para funcionar.

O tempo para a preparação dos grelhados é de três minutos e, com uma coifa apropriada para exaustão, os fornos podem ser colocados à vista dos clientes.

O equipamento trabalha até seis horas com uma única carga e reduz em 50% o consumo de carvão vegetal em relação a uma churrasqueira aberta. É preciso assegurar que o carvão seja de fonte sustentável e certificada.

Os fornos a carvão já se transformaram no equipamento “queridinho” dos grandes chefes de cozinha no mundo.

Mais preparação à vista do cliente:

Tendencias em cozinhas industriais

Ilhas de cocção monobloco personalizadas não são exatamente novidades na Host, mas agora são mais populares. Os principais fabricantes de equipamentos para cocção na Europa, agora incluem as ilhas monoblocos em seus portfólios.

O conceito é também aplicado para cafés, fabricação de cervejas artesanais e bebidas em geral. Construindo uma experiência de consumo muito valorizadas.

Tendencias em cozinhas industriais

Novamente, a segurança alimentar e o controle dos vapores e cheiros desafiam os designers. O cheiro de pão saindo do forno é desejado, mas ninguém espera chegar no escritório ou em casa com as roupas cheirando a churrasco.

Aspectos visuais, funcionais e acabamentos dos equipamentos em cozinhas abertas são pontos importantes na escolha dos equipamentos.

4 – Componentes para melhorar desempenho, eficiência e segurança

Tendencias em cozinhas industriais

Tendencias em cozinhas industriais

Na Host 2015, observei os principais fornecedores de componentes para equipamentos de Foodservice.

Queimadores, válvulas para controle de gás, aquecimento elétrico e sistemas eletrônicos, além de acessórios para equipamentos de refrigeração, distribuição de alimentos, expositores refrigerados e aquecidos, mobiliário neutros de aço, serviços de estampagem, corte e dobra de aço inoxidável e outros.

A utilização de componentes de melhor qualidade representa uma ótima oportunidade para a engenharia e design dos equipamentos fabricados no Brasil.

Copiar ainda é a pior estratégia

Para finalizar, chamo atenção para um aspecto óbvio, porém, muitas vezes negligenciado: cardápios, formas de preparação, operadores e consumidores são os parâmetros que validam a qualidade dos equipamentos de Foodservice e são fatores culturais e específicos de cada país ou região.

Desempenho, produtividade, precisão e confiabilidade são parâmetros técnico que somente podem ser medidos a partir dos aspectos culturais listados acima.

Com isso, quero dizer que equipamentos projetados para os hábitos de preparação e operação da Europa e também dos EUA, não são necessariamente adequados ao uso no Brasil e América latina. Conhecemos diversas experiências que compravam essa afirmação.

Não que esses equipamentos não tenham qualidade, muito pelo contrário, mas foram definidos para o atendimento de aspectos culturais de suas regiões. Simplesmente copiar os equipamentos de outras culturas é a pior estratégia a ser adotada.

Os fabricantes brasileiros continuam tendo excelentes oportunidades no mercado interno e na América Latina. Mas, precisam melhorar a qualidade de seus equipamentos (mais design e mais engenharia!) para serem competitivos e ganharem o respeito dos consumidores.

 

Emmanuel Melo

Diretor do StudioIno e do Hub FoodService

 

Para saber mais sobre:

Host

StudioIno

Hub Foodservice