Cozinheira faz refeições para moradores de rua

A chef Márcia Ramos pediu a ajuda de seus clientes e, com o valor arrecadado, preparou e distribuiu refeições para cerca de 300 pessoas desabrigadas. Ela entregou também máscaras e água. Márcia é cozinheira e assistente social e fornece pratos prontos saudáveis por delivery. A cozinha dela foi projetada pelo StudioIno. A chef conta que a motivação para a ação veio de um sentimento de empatia pelo próximo no meio deste momento de crise. “Eu tento entender o que o outro está passando. Mas a gente não faz ideia do que é realmente essa vida na rua. Então espero poder ajudar”.

O futuro dos restaurantes Self-Service pós COVID-19

Recomendações para operação segura e novos formatos

Fortemente impactados pela pandemia da Covid-19, os restaurantes em todo o segmento comercial de foodservice estão fechados. Liberados apenas para operar nos sistemas de entrega (delivery) ou no atendimento no balcão com fornecimento de comida para viagem (to go). Muitos operadores estão aflitos e mergulhados em incertezas quanto ao futuro. 

Na reabertura, quando o distanciamento social for flexibilizado, o comportamento dos clientes será outro. Especificamente nos sistemas de autosserviço – self-service, os consumidores podem evitar esses restaurantes por acreditarem que aglomerações de pessoas em ambientes fechados, falando enquanto se servem de alimentos expostos, compartilhando dos mesmos utensílios, sentando-se em mesas comuns e próximas uma das outras e seguindo falando enquanto comem, representam grande risco de contágio da Covid-19.

Como operar restaurantes self-service que sejam mais seguros ao contágio da Covid-19 e ao mesmo tempo transmitir aos clientes a sensação dessa segurança?

É provável que as autoridades sanitárias criem um protocolo médico para ser utilizado na reabertura dos restaurantes self-service. Porém, enquanto esse momento não chega e preocupados com a angústia dos operadores desse importante segmento do foodservice (ver quando ao lado), resolvemos nos antecipar a esse desafio e contribuir com nossa visão sobre o tema.

Reunimos nosso time de arquitetos e designers de foodservice e conversamos com especialistas na busca de soluções para esse complexo desafio. O resultado, apresentado a seguir, é um conjunto de recomendação e ideias que propomos para orientação e inspiração dos operadores dos restaurantes de autosserviço.

Áreas de atendimento ao público – entrada, bufê de serviço, sala de refeição e caixas de restaurantes de autosserviço (self-service):

No acesso ao restaurante

  • Controlar o fluxo de entrada para evitar aglomerações. Os restaurantes institucionais podem fracionar a ida do pessoal ao restaurante;
  • Dar visibilidade aos procedimentos de segurança adotados pelo restaurante, assim como às recomendações aos clientes. Utilizar cartazes e informações verbais:

“Entre, lave as mãos, pegue seu prato, sirva-se e mantendo-se sempre em silêncio, pela saúde de todos.”

 

  • Cardápios, quando existentes, devem ser produzidos em materiais descartáveis;
  • Disponibilizar lavatórios fixos (2 ou 3 por linha de serviço). Como alternativa oferecer dispensadores de álcool em gel. Totens com dispensadores de álcool em gel acionados por pedal, podem ser uma ótima alternativa.

 

No bufê de serviço

  • Toda a louça e utensílios utilizados devem ser lavados e higienizados em máquinas de lavar louças com enxágue a 84oC;
  • Oferecer talheres higienizados e embalados;
  • Na impossibilidade de usar lavagem mecânica oferecer utensílios descartáveis;
  • Fazer identificação no piso para garantir a distância de 1,5 metros entre os clientes;
  • Utilizar sistema misto no bufê: autosserviço de alimentos porcionados e embalados e pratos servidos:
  • Saladas podem ser pré-montadas em porções individuais, protegidas com filme plástico para autosserviço em expositores refrigerados;
  • Proteínas e guarnições devem ser servidas por funcionários, em balcões aquecidos. Criar protetores de acrílico entre o pessoal de serviço e os clientes; 
  • Bebidas embaladas (latas e outras embalagens), em caso de post mix deverá ser operada por funcionários, sem manipulação dos clientes;
  • Sobremesa em porções embaladas, para autosserviço e expostas em refrigeradores abertos tipo grab&go;
  • Disponibilizar álcool em gel antes do grab&go;
  • Temperos deve ser oferecidos em sachês;
  • Os alimentos no bufê devem ser obrigatoriamente cobertos com protetores salivares eficientes com fechamentos laterais, superior e frontal (Anvisa e NSF/ANSI 2). O bonito agora é o mais seguro;
  • Balcões centrais (atendimento por ambos os lados), não devem ser utilizados, quando existentes, devem ser utilizados somente em um dos lados. Utilizar o outro lado para implantar pratos servidos;
  • Os funcionários de serviço no bufê e no restaurante devem usar luvas e máscaras;
  • Restaurantes pequenos ou aqueles que possuem o bufê encostados em paredes, que impossibilita a implantação de pratos servidos, podem oferecer pratos já montados com duas ou três opções.

 

Na sala de refeição

  • Verificar a possibilidade para reduzir 1/3 das mesas para assegurar o distanciamento de 2 metros entre mesas e 1 metro entre cadeiras;
  • Uma alternativa seria manter a quantidade de mesas, porém recomendar o uso somente de um dos lados;
  • Funcionários deve desinfectar mesas e cadeiras após cada uso e troca de clientes;
  • Disponibilizar álcool em gel nas mesas;
  • Prever local para descarte de máscaras;
  • Utilizar ventilação natural se possível. No caso de ar condicionado, observar a  limpeza dos filtros e a manutenção preventiva do sistema;
  • Colocar cartazes recomendando para que todos comam em silêncio

 

No caixa para pagamento

  • Utilizar comandas descartáveis;
  • Fazer identificação no piso para garantir a distância de 1,5 metros entre os clientes;
  • Operadores dos caixas devem utilizar máscaras e não podem manipular alimentos;
  • Instalar protetores de acrílico para as balanças;
  • Instalar protetores de acrílico nos caixas;
  • Desinfetar as maquininhas de cartão antes de cada uso;
  • Incentivar o uso do pagamento sem contato físico, com celulares e relógios inteligentes;
  • Implantar sistema para pagamento por débito;
  • A tecnologia para caixas automáticos ou sem caixas já está disponível e pode ser utilizada por restaurantes com maior poder de investimento.

Os sistemas de autosserviço (self-service), quando projetados seguindo a legislação já existentes antes da pandemia da Covid-19, estão com a infraestrutura preparada para operar com segurança. Esses restaurantes poderão adotar os procedimentos indicados sem maiores problemas. 

Outros restaurantes precisarão fazer alguns ajustes para oferecer a segurança necessária aos seus clientes e funcionários.

 

Novos formatos de autosserviço

Pense em um “delivery” da cozinha do seu restaurante para a sala de refeições. Em vez do bufê tradicional,  uma “parede” formada por expositores verticais refrigerados e aquecidos tipo “grab&go”. Refeições completas, alimentos em porções e lanches, preparados e embalados em sua cozinha (ou vindo de uma central) são disponibilizados nesses expositores. O cardápio é tipicamente brasileiro com a comida de todos os dias: picadinho, filé à parmegiana, estrogonofe de frango, feijoada, saladas, sopas, sanduíches, pizzas, opções veganas…

Todos os alimentos estão lindamente expostos, iluminados e fáceis para pegar. Os clientes podem consumir no local ou levar as refeições e lanches para escritórios, para casa… Fornos rápidos (micro-ondas) estão disponíveis para os clientes aquecerem as suas refeições e lanches quando resfriados. Alimentos quentes também estão disponíveis e prontos para consumo.

 

Esse novo formato oferece muitas vantagens em relação ao serviço tradicional de bufê como:

  • Adequação rápida para troca do cardápio: café da manhã, almoço e lanches “Snackification” (1);
  • Vendas durante todo o dia;
  • Vendas de alimentos para consumo no local ou para viagem “take-away” (2);
  • Produtos prontos para “delivery” (3);
  • Serviço mais rápido, maior giro no salão;
  • Menor desperdício de comida pronta (esse é um problema dos bufês atuais);
  • Maior produtividade, produção contínua na cozinha durante toda a jornada;
  • Possibilidade de escalar os negócios;
  • Permite a centralização da produção, inclusive em “ghost kitchens” (4),  e distribuição em vários pontos de venda;

 

Porém, o sistema traz alguns desafios também:

  • A quebra de paradigmas no comportamento de consumo de comida fora de casa;
  • A necessidade de avançar com o desenvolvimento das embalagens 100% biodegradáveis, com zero impacto para o meio ambiente;
  • A necessidade de investimentos em reformas e aquisição de equipamentos como resfriadores/congeladores rápidos, vitrines tipo grab&go, fornos profissionais de micro-ondas e outros;
  • A transformação digital dessas operações também será necessária para a obtenção de resultados melhores.

Esse novo formato de autosserviço será mais facilmente adaptado para o segmento de restaurantes comercial e para copas descentralizadas no segmento institucional do foodservice.

Existem algumas referências de utilização desse sistema. Relacionamos aqui as redes de foodservice britânicas Pret a Manger e Wasabi, com muito sucesso nos EUA e em outros países. 

  1. Snackification é um termo em inglês criado recentemente para designar a tendência de comportamento, observada principalmente nas novas gerações, do aumento do consumo de lanches em vários momentos do dia ou invés de refeições completas consumidas em horários tradicionais – café da manhã, almoço e jantar;
  2. Take-away ou To go são expressões em inglês para o serviço de comprar no restaurante e levar para consumir em casa ou escritórios;
  3. Delivery é o serviço bem conhecido entre nós de pedir comida quente, pronta para consumo e receber em casa ou escritório;
  4. Ghost kitchens são cozinhas específicas para delivery e que não possuem áreas para atendimento de público.

 

Mensagem final

Assim como ocorreu em outras crises, essa também vai passar.

Vamos trabalhar agora e ficarmos prontos para a reabertura dos restaurantes com sucesso.

Confiem na sua criatividade

 

Agradecimentos

Agradecemos muito aos colegas e especialistas que contribuíram com ideias, sugestões e comentários para a elaboração deste texto. Em particular nominamos: Dra. Aline – Infectologista, Liliane Bittar – Nutricionista e Especialista em Segurança Alimentar, Myriam Scholz – Nutricionista e Especialista em Segurança Alimentar, José Aurélio Lopes, FCSI – Nutricionista, Marco Amatti, FCSI – Consultor em Gestão de foodservice, João Carlos faias – Arquiteto e Designer, membro da FCSI e especialista em foodservice, e a todos os colegas do StudioIno.

 

Referências:

  • Resolução RDC-216/2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
  • Portaria CVS-5 do Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • NOTA TÉCNICA Nº 18/2020/SEI/GIALI/GGFIS/DIRE4/ANVISA Covid-19 e as Boas Práticas de Fabricação e Manipulação de Alimentos

 

QUADRO – 1

Quadro resumo

Recomendações para operar restaurantes self-service que sejam mais seguros ao contágio da Covid-19.

Áreas de atendimento ao público – entrada, bufê de serviço, sala de refeição e caixas.

  • Controlar o fluxo de entrada para evitar aglomerações;
  • Disponibilizar lavatórios e dispensadores de álcool em gel para os clientes. Os totens com álcool em gel são alternativas práticas;
  • Fazer marcações no piso, na área do bufê e filas de pagamento nos caixas, para limitar a proximidade das pessoas em 1,5m;
  • Higienizar louças e utensílios mecanicamente com enxágue a 84oC;
  • Na impossibilidade de usar lavagem mecânica oferecer utensílios descartáveis;
  • Implantar o serviço misto no bufê com autosserviço de alimentos porcionados e embalados e pratos servidos;
  • Utilizar protetores salivares eficientes;
  • Não utilizar balcões centrais com atendimento pelos dois lados;
  • Verificar a possibilidade para reduzir 1/3 das mesas para assegurar o distanciamento de 2 metros entre mesas e 1 metro entre cadeiras;
  • Alternativamente, utilizar as mesas da sala de refeições somente em um dos lados;
  • Disponibilizar locais para descarte de máscaras;
  • Instalar protetores de acrílico nos caixas e balanças (quando utilizadas);
  • Incentivar o pagamento digital, sem contato físico;
  • Treinar os funcionários e padronizar o uso de máscaras;
  • Criar cartazes para comunicação com os clientes: informar procedimentos que o restaurante está seguindo e orientar as boas práticas de higiene para os clientes.

 

Tenha em mente que o objetivo dessas recomendações, além de criar um ambiente mais seguro é também o de promover a percepção de segurança para os clientes.

 

QUADRO – 2

 

O sistema de autosserviço no Brasil

Os restaurantes que operam no sistema de autosserviço, ou self-service como são conhecidos, respondem por 27% dos almoços servidos fora do lar, segundo pesquisa Sebrae. Estimamos que restaurantes de autosserviço, soma aproximadamente 150 mil estabelecimentos no Brasil, somente no segmento comercial.

No segmento institucional, o autosserviço é fortemente utilizado em restaurantes de empresas, escolas, unidades militares, hospitais, além de outros.

 

QUADRO – 3

 

Como o coronavírus é transmitido: 

Segundo informações das autoridades de saúde e de especialistas que conversamos, a transmissão do coronavírus causador da Covid-19 pode ser resumida da seguinte forma:

 

  1. Por vias respiratórias, através das gotículas de saliva que são jogadas no ar quando a pessoa tosse, espirra ou fala a pelo menos um metro de distância; 
  2. Por meio de contato físico, quando essas gotículas contendo o vírus alcançam mucosas dos olhos, nariz e boca; 
  3. Por meio de contato das mãos e rosto com superfícies contaminadas, levando-as aos olhos, nariz e boca; 

 

Outras informações sobre o SARS-Cov-19, o novo coronavírus:

  • O vírus sobrevive por algumas horas em suspensão no ar ou até dias em certas superfícies;
  • Ele resiste por até três horas na forma de aerossol;
  • O vírus chega a ficar até três dias sobre estruturas ou objetos de plástico ou aço inoxidável;

 

Em outras palavras o vírus é transmitido por:

Gotículas de saliva da fala, espirros, acessos de tosse e contato das mãos com superfícies contaminadas

ATENÇÃO! A maioria dos infectados não tem sintomas ou apresenta apenas manifestações mais leves.

 

Como prevenir: 

Isolamento social e higiene das mãos.

O uso de produtos de limpeza simples, como água e sabão, desinfetante e água sanitária é eficaz para eliminar o vírus de superfícies

 

QUADRO – 4

Áreas de produção – Cozinhas

O foco deste trabalho são as áreas de serviço e atendimento ao público dos restaurantes de autosserviço, porém queremos ressaltar que os restaurantes devem seguir a legislação sanitária vigente com todo o rigor. Chamamos a atenção para os seguintes pontos: 

  • Estabelecer um controle para identificar as condições de saúde do colaborador, o qual ficará impedido de trabalhar se exibir sinais visíveis de doença, apresentar sintomas gripais, febre, diarreia, vômito, infecções cutâneas. Reforçar a importância da comunicação imediata ao gestor responsável sobre o problema de saúde para as devidas ações; 
  • Orientar todos os colaboradores sobre a doença e prevenção do contágio pelo coronavírus (SARS-COV-2), a forma correta de higienização das mãos e demais medidas de prevenção;
  • Intensificar a prática de higiene das mãos que deve ser realizada em intervalos regulares e supervisionada;
  • Os colaboradores que preparam e servem alimentos devem utilizar máscaras e luvas descartáveis, além dos outros EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) necessários para as atividades;
  • Orientar sobre a correta utilização das máscaras e luvas descartáveis, com rigorosa higiene das mãos e descarte em local apropriado (lixeira com pedal exclusiva para este fim);
  • Intensificar a frequência de higienização das áreas de preparo e atendimento, bem como dos equipamentos, móveis e utensílios utilizando produtos saneantes específicos: detergentes e desinfetantes clorados e álcool líquido 70%.
  • Intensificar a frequência e reforçar a limpeza dos sanitários (colaboradores e clientes): pias, peças sanitárias, válvula de descarga, torneiras, fechaduras e maçanetas, interruptores, lixeiras, dispensadores de sabonete líquido, álcool gel, suporte de papel higiênico e papel toalha, piso, paredes, portas.
  • Durante o processo de manipulação dos alimentos, também deve ser mantido o distanciamento entre os colaboradores, no mínimo 1,5m.

 

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Consultores prestam atendimento gratuito a restaurantes, bares e outros negócios de alimentação

Participantes brasileiros da Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice (FCSI) vão atender gratuitamente proprietários de negócios de foodservice. Os profissionais estão disponibilizando duas consultorias diárias, via vídeo conferência, com duração de 30 minutos cada conversa.

Diris Petribú oferece consultoria gratuita

O objetivo é ajudar os(as) donos(as) de estabelecimentos de alimentação a se adaptar às medidas de combate à disseminação do novo coronavírus, causador da Covid-19. Bares, restaurantes, cafés, entre outros negócios do setor foram obrigados a fechar as portas temporariamente. Uma das principais razões para os atendimentos gratuitos dos consultores será ajudar essas empresas a fazer a transição para os serviços de delivery ou drive thru.

O StudioIno está participando desse esforço coletivo e Diris Petribú, diretora de arquitetura do escritório, será uma das profissionais que estarão prestando os atendimentos gratuitos. Para conversar com ela é só enviar um email para diris@studioino.com.br

 

 

 

(Imagem do cabeçalho: Brooke Lark no Unsplash)

Estamos em isolamento, mas o trabalho continua

Nossa equipe está em isolamento. Estamos trabalhando de casa e dando continuidade, da melhor forma possível, às atividades da empresa. Algumas tarefas estão em pausa e outras estão sendo realizadas normalmente. Estamos à disposição para continuarmos discutindo soluções de arquitetura e design para o foodservice. Assim, podemos conversar online ou por telefone sobre ideias, propostas ou para tirar dúvidas. Essa troca não precisa parar. Fale conosco pelo contato@studioino.com.br

 

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Temos cozinhas focadas na produção para delivery

O combate à disseminação do novo coronavírus, que causa da Covid-19, limitou a circulação de pessoas e o funcionamento de diversos estabelecimentos em São Paulo, assim como no restante do país. Sabemos que o setor de foodservice (restaurantes, cafés, empórios, hotéis, etc) foi impactado pelas medidas. Com muitos negócios de alimentação fechando a porta temporariamente e optando por entregar comida em domicílio, lembramos que temos duas centrais de cozinhas industriais pensadas para as demandas do delivery. Empreendedores que estiverem buscando formas de manter operações neste momento, podem nos procurar. Vamos pensar soluções juntos.

Inaugurado no final do ano passado, o Hub CK é um conjunto de 9 cozinhas que funcionam no mesmo prédio. Todas são equipadas com produtos de alta qualidade e foram projetadas para as necessidade de um negócio de entrega. Junto com o espaço para os funcionários de entrega, construído ao lado, a estrutura do Hub CK é completa para atender trabalhadores e empresas que atuam com delivery. 

Pensamos o Hub CK com base em na experiência com o Hub FS, nosso primeiro empreendimento de cozinha colaborativa. No espaço, estão disponíveis salas para coworking, salão de aula para cursos e eventos de gastronomia, armazenamento seco ou refrigerado, e cozinhas industriais. Muitos dos participantes do Hub usam o local como central de produção para entregas de alimentos. Pensando nisso, também estamos à disposição para negociar as cozinhas do Hub FS para empresas de alimentação que precisem focar nas entregas momentaneamente.

Sabemos que estamos vivendo um período de dificuldades e ajustes. Estamos todos pensando formas de continuar produzindo ao mesmo tempo que agimos com responsabilidade e de acordo com as recomendações da saúde oficiais. Estamos à disposição para negociarmos a melhor forma das nossas cozinhas serem usadas para manter negócios de alimentação funcionando. 

 

Conheça o Hub CK 

Conheça o Hub FS 

Fale conosco – contato@studioino.com.br

 

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Evol lança coifas e churrasqueiras de alto padrão focadas no mercado brasileiro

Mudando de portfólio e se reposicionando no mercado, a Evol lança linhas de coifas e churrasqueiras desenvolvidas com foco nas necessidades do consumidor brasileiro. São equipamentos de alto padrão para uso doméstico desenhados pelo StudioIno. 

Em janeiro a Evol lançou as coifas Alpha. Alguns meses depois, em março, foi a vez de apresentar a linha de churrasqueiras à gás Prime. Uma segunda família de churrasqueiras foi projetada e a empresa está estudando o melhor momento para fazer o lançamento.

Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, resume a proposta da nova linha de produtos, “são equipamentos profissionais para residências”. Adelfo Cidi, fundador da Evol, reforça, “queremos ser a empresa número 1 em espaços gourmet no Brasil”.

Coifas adequadas para o churrasco brasileiro

As novas coifas dão à Evol a capacidade de atender seus clientes com soluções completas para churrascos domésticos. Cidi diz que os produtos são inovadores porque resolvem uma lacuna no mercado: a falta de coifas adequadas para o uso conjunto com churrasqueiras. “A expectativa é muito boa porque existe uma dificuldade grande de se encontrar coifa para churrasqueiras. Não é possível usar uma coifa de cozinha, já que elas têm peças plásticas que podem até pegar fogo com o calor”, conta Cidi. As novas coifas da Evol solucionam o problema pois são feitas, prioritariamente de metal, e as poucas partes plásticas são mais resistentes.

Com essas melhorias, os equipamentos são produzidos para alta performance, são resistentes, duradouras e fáceis de limpar. A linha tem coifas de três tamanhos: 90 cm, 125 cm e 145 cm com vazões de 1600 m3/h a 2000 m3/h.

Churrasqueiras de alto padrão

Outra novidade da Evol é o lançamento de duas linhas de churrasqueiras domésticas à gás.  

A Prime é a primeira família desses equipamentos a chegar ao mercado e conta com queimadores mais potentes, chapa mais grossa e acessórios exclusivos. São também três modelos com tamanhos diferentes: 86,5 cm, 70 cm, e 33,9 cm. A segunda linha será lançada em breve. 

Abrindo um novo mercado

Cidi explica que o lançamento das linhas de churrasqueiras e coifas marca uma mudança no posicionamento de mercado para a marca. Em fevereiro de 2018, ele começou as pesquisas para que a empresa passasse a produzir equipamentos voltados para as necessidades brasileiras. Até então, a Evol vinha importando as soluções da China.

Esse reposicionamento exigiu a parceria com uma empresa que tivesse grande experiência no setor de foodservice e, por uma recomendação, Cidi acabou chegando ao StudioIno. O escritório realizou os projetos para os novos produtos em torno de 120 dias. As fases seguintes aconteceram em um ano. “A fabricação dos protótipo, testes e  produção do lote inicial para vendas durou 12 meses aproximadamente”, explica Emmanuel Melo.

A incrível história da Evol

O caminho para a inovação não é linear e, às vezes, exige ousadia. A história da Evol começa quando o fundador da empresa decide ir para a China em busca de algo que nem ele sabia o que era. Cidi viajou ao país para visitar um amigo e aproveitou para conhecer fábricas e pesquisar o mercado, em 2011. Dessa aventura, surgiu a ideia de comprar churrasqueiras à gás para revendê-las no Brasil. 

Depois de muito tempo de trabalho de pesquisa, em 2014 chegou o primeiro contêiner com os produtos. “Comecei sem nenhum cliente, só com vontade de fazer acontecer. Coloquei as churrasqueiras no porta-malas do carro e fui bater à porta dos possíveis compradores”. A empresa cresceu muito desde então. Hoje a Evol está presente em 16 estados pelo Brasil e vende para cerca de 200 lojas de produtos de gastronomia de alto padrão. 

 

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Estadão mostra crescimento de cozinhas de aluguel impulsionadas pelo mercado de delivery

O jornal O Estado de São Paulo publicou uma matéria, no último dia 19, mostrando a expansão das cozinhas de aluguel. Diris Petribu, diretora do StudioIno e do Hub Foodservice, conversou com a publicação sobre o modelo de negócios do Hub e com a demanda para esse tipo de serviço está crescendo.

Com dados da  Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o Estadão mostra que o setor de delivery movimenta R$ 11 bilhões por ano no Brasil. É com o impulso desse mercado que surgiram as “cozinhas invisíveis”, como o Hub.

“Seguindo a lógica de coworkings e de olho no aumento da procura, empreendedores criam espaços compartilhados com aluguel por hora, dia ou mês, nos quais donos de pequenos negócios optam por tocar toda ou parte de sua produção. Em alguns casos, as empresas vão além e oferecem cursos, treinamentos e mentoria para os restaurantes que as alugam”, diz a matéria.

Sobre o Hub, o texto do Estadão explica: 

“As cozinhas invisíveis, no entanto, não são procuradas apenas por empreendedores do mundo do delivery. Com três anos de atividade, a Hub Food Service é voltada para empresas alimentícias do e-commerce. O espaço conta com três cozinhas equipadas, que podem ser alugadas também para cursos de formação, treinamento e apresentação de novos produtos”. 

Diris detalha os benefícios que o aluguel de uma cozinha “invisível” ou colaborativa pode trazer para quem está abrindo um negócio de foodservice:

“O empreendedor, que antes teria gastos com investimento inicial, tem a possibilidade de operar imediatamente e, portanto, faturar mais cedo. A vantagem que essas cozinhas oferecem é a de teste: o empreendedor vai fazer o protótipo dele aqui, testar os produtos, vendas, todo tipo de operação antes de sair investindo, alugando e comprando equipamento”.

“Geralmente, nossos clientes são pessoas que estão começando e precisam testar a aderência do negócio. A maioria dessas produções, diz, nascem ‘em casa’, de forma artesanal, e são comercializadas online ou em feiras, empórios e supermercados”. 

 

Leia a matéria completa aqui

 

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Modelo de negócio inovador muda a forma de pensar o delivery de comida

Três vertentes do setor de foodservice se juntaram para montar um negócio diferenciado e que transforma a maneira como as empresas entendem o delivery, uma das áreas que mais crescem e lucram no setor. Em uma parceria do Uber Eats com o Hub Foodservice, somada a diferentes restaurantes, foi criado o Hub CK, uma cloud kitchen para produção de refeições para entrega em São Paulo.

O Hub CK, como o nome já indica, é um conjunto de cozinhas, 10 no total. Elas foram projetadas pelo StudioIno e estão equipadas especificamente para atender as demandas de delivery. A cloud kitchen fica em Perdizes, São Paulo, e emprega 50 funcionários diretamente. Por mês, são produzidas em torno de 30 mil refeições no espaço.

A inovação do modelo de operação está na união de forças que tornou o projeto possível. O Uber Eats, aplicativo da Uber que conecta usuários aos restaurantes da cidade, se uniu a outros parceiros para apoiar a abertura da central de produção dedicada exclusivamente para o delivery, com marcas próprias, estrutura especializada, e contando com expertise de logística e marketing.

 

Comida boa, gestão e logística

Quais são os pratos mais pedidos na zona oeste de São Paulo? Os estabelecimentos que produzem nas cozinhas do Hub CK foram escolhidas de acordo com a demanda do público. Pizza, hambúrguer, poke e comidas vegetarianas estão na lista. Os “restaurantes de entrega” operam no Hub CK e existem virtualmente no aplicativo do Uber Eats. Esse formato dá agilidade à empresa, que pode abrir, fechar ou ajustar as marcas de acordo com os resultados apresentados e à resposta dos consumidores.

O Hub FS é uma cozinha colaborativa e espaço de coworking para negócios de foodservice. A empresa forneceu ao projeto o knowhow em administração de estruturas desse tipo. Os sócios do Hub FS são os responsáveis pela gestão do Hub CK, cuidando da manutenção do prédio e de todos os aspectos administrativos do grupo de cozinhas. À frente também do StudioIno, escritório de arquitetura e design para foodservice, Diris Petribu e Emmanuel Melo têm mais de 40 anos de experiência no setor de alimentação.

O Uber Eats idealizou a cozinha satélite e fornece a estrutura de tecnologia necessária para a logística das entregas. O aplicativo é também o marketplace dos restaurantes, com ações de divulgação, promoções e contato com os usuário final.

“A Uber é uma empresa de tecnologia determinada a mudar a forma como encaramos a mobilidade nas cidades. E a entrega de comida é uma parte importante disso. Além disso, especificamente no Brasil, desde que o Uber Eats chegou, vimos o quanto os brasileiros ansiavam por mais opções para receber em casa comida de seu restaurante favorito”, comenta Thais Azevedo, gerente de marketing do Uber Eats.

A oportunidade de ampliar as vantagens do Uber Eats para os usuários por meio das cozinhas coletivas é muito importante. Por isso, a empresa está sempre pensando em novas formas de tornar realidade os desejos dos usuários, como entregas cada vez mais rápidas e cômodas, com mesma confiabilidade da Uber. A maior força do Uber Eats é a expertise em tecnologia, com especialidade no setor de logística.

De acordo com Thais Azevedo, ter o Hub CK para formar essa parceria com os restaurantes ajuda a ampliar as entregas e estimula as culinárias da região, fortalecendo esse movimento do delivery, que tende a crescer mais com as cozinhas coletivas. Isso só é possível porque o sistema do Eats foi criado para dar transparência ao processo de produção e entrega da refeição, de modo que o usuário esteja permanentemente informado do progresso tanto do restaurante quanto do entregador que lhe estão prestando serviço, aliviando a sua ansiedade. 

Emmanuel Melo, diretor do StudioIno e do Hub CK comenta que a estratégia do Uber Eats é inovadora em diferentes sentidos e que atende bem a um mercado consumidor ávido por comida boa, entrega simples e serviço mais seguro. Para ele, o sucesso das soluções é a soma da mobilidade + atenção ao usuário + ferramentas digitais, e funciona porque o Uber Eats soube aproveitar o melhor das possibilidade online e offline.

Mais novidades

Um centro de apoio para os entregadores parceiros será inaugurado, em breve, ao lado do Hub CK. O local contará com estruturas como sala de jogos, local de descanso, banheiros, copa e internet. Além disso, o haverá espaço para estacionamento das bicicletas e motos usadas nas entregas. O projeto de arquitetura para o centro também foi desenvolvido pelo StudioIno.

 

 

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Já experimentou os produtos da Oficina de Sorvete de Heliópolis?

Gabriel Dimenstein não se acanha na hora de falar sobre os produtos da OSH. “É um sorvete que não deixa a dever a nenhum outro das grandes marcas”. A sigla quer dizer Oficina de Sorvete de Heliópolis, mas o nome também imita a interjeição “oxe”. A iniciativa capitaneada por Dimenstein une, com essa pegada até um pouco lúdica, gastronomia e empreendedorismo social.

A Oficina de Sorvete de Heliópolis é um projeto que ensina jovens daquela comunidade a fabricarem e venderem a sobremesa gelada. A produção é voltada para um produto de alta qualidade, os sorvetes e picolés são feitos todos os dias com ingredientes frescos e naturais, sem a utilização de pó ou massa artificiais. Os itens utilizados na fabricação são fornecidos por pequenos produtores locais e os sorvetes não recebem adição de saborizantes.

“O sorvete é uma coisa muito simpática, mexe com a memória afetiva das pessoas, é algo que mundo gosta, desde o adulto até a criança. Então a gente começou a capacitar jovens de lá para eles aprenderem a fazer o sorvete e, a partir daí, eles venderem o sorvete em alguns pontos da cidade e já começarem a levantar um pouco de renda para eles, para a comunidade”, conta Dimenstein.

União de gastronomia, design, arquitetura e empreendedorismo social 

A OSH é resultado da rede de parcerias que Gabriel Dimenstein, sócio do site Catraca Livre, conseguiu construir ao redor da ideia. “A demanda inicial nasceu do desemprego. Heliópolis é uma das maiores comunidades do Brasil onde moram mais de 250 mil pessoas, tem uma taxa de desemprego enorme. E lá dentro, tem a [ONG] Unas, uma entidade muito séria que trabalha em vários segmentos, com projetos muito importantes para a comunidade”, conta.

Por “um desses acasos da vida”, Dimenstein conheceu os cursos de produção de sorvete gourmet de Francisco Sant’Ana, na Escola Sorvete. A ideia de agregar uma capacitação desse tipo às atividades da Unas veio logo em seguida. 

Douglas Cavalcante foi um dos jovens participantes das atividades da ONG, fundada em 1978, e hoje trabalha na instituição como o responsável pela comunicação. Ele explica que, atualmente, a Unas tem 51 projetos e atende 10 mil pessoas. Agregando as ações da OSH, Cavalcante vê três pontos de contato com a comunidade: geração de renda, discussão sobre alimentação saudável, e fortalecimento da produção econômica do território. 

Os produtos OSH foram lançados no mercado, oficialmente, no dia 1° de maio deste ano, com o primeiro ponto de venda sendo estabelecido no “Beco do Batman”, na Vila Madalena. A data do início das operações, o Dia do Trabalho, claro, não foi uma coincidência. “Escolhemos esse dia para a inauguração como uma forma de levantar o debate sobre os 13 milhões de desempregados que temos no Brasil atualmente, e pensarmos em alternativas para combatermos isso. Para nós, o empreendedorismo é a melhor delas”, explica Maria Luiza Rocha, sócia da Escola Sorvete 

O StudioIno faz parte da rede de parcerias, sendo responsável pelo projeto da fábrica / laboratório / escola. O escritório também desenvolveu o conceito e o branding da OSH, traduzindo a ideia da marca para a comunicação visual dos carrinhos, embalagens, uniformes e copinhos. 

A Escola Sorvete é o braço de gastronomia, oferecendo expertise para a iniciativa e capacitando os jovens. A fabricante de equipamentos de cozinha industrial Alphagel entrou para o time doando máquinas de produção de sorvete e de picolés. Edgard Barki, professor da FGV, também faz parte da iniciativa. Ele é especialista em empreendedorismo periférico e está auxiliando a estruturação da OSH, elaborando o plano de negócios da iniciativa. Por fim, Dimenstein conta que também costurou parceiras com diferentes localidades para a comercialização dos produtos OSH. Os sorvetes serão vendidos em um ponto na Avenida Paulista e em parques da cidade, como o Villa-Lobos e o Água Branca. 

“Na real, foi um sonho que acabou sendo compartilhado por muitas pessoas”, diz Dimenstein.

Agora,  o objetivo é finalizar a construção da fábrica própria – por enquanto, os produtos estão sendo feitos na Escola Sorvete -, e empregar mais pessoas na produção e venda. Esse trabalho será, mais uma vez, realizado por meio de parcerias. Douglas Cavalcanti conta que o espaço já está garantido, um imóvel ao lado da sede da Unas. Agora ele e outros funcionários da ONG trabalham para angariar fundos e costurar apoios. A expectativa dele é ter a reforma do local finalizada no ano que vem. 

O melhor sorvete do mundo 

O impulso inicial para a criação da OSH foi a vontade de mitigar o desemprego na comunidade. O foco do negócio da OSH, entretanto, é aquele que Gabriel Dimenstein destaca com tanto orgulho: comercializar um produto de qualidade superior. “Nossa missão é vender o melhor sorvete”, resume.  

 

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Mercado de delivery cresce no Brasil

A Folha de S.Paulo fez uma longa reportagem mostrando as oportunidades e desafios do mercado de delivery, que está em pleno crescimento no Brasil. Diris Petribú, diretora de arquitetura do StudioIno, participou da matéria conversando com o jornal sobre o Hub CK, a central de cozinhas montada para atender negócios de entrega de alimento por aplicativo. O Hub CK é uma iniciativa conjunta do StudioIno, do Hub Foodservice e da Uber Eats. O jornal mostra também o ponto de vista de outros empresários, restaurantes, entregadores e organizações do setor, para contar a história desse setor em expansão.

O texto, assinado pelas repórteres Júlia Moura e Marina Estarque, começa contextualizando o cenário. “O crescimento dos serviços de entrega de alimentos por aplicativos tem fomentado novos modelos de negócio como coworking de cozinha, restaurantes digitais e centros de distribuição”, diz a reportagem. Ouvido pelo jornal, o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) de São Paulo, Percival Maricato, diz que o delivery é uma tendência mundial. “É um segmento que cresce exponencialmente”

A matéria conta um pouco do início do Hub CK: 

Aproveitando a expansão do setor no Brasil, o Uber Eats procurou a arquiteta Diris Petribú, dona de um coworking de cozinhas voltado para empreendedores, para criar um espaço só para delivery.

A empresária, reuniu um grupo de investidores, alugou um terreno em Perdizes, na zona oeste de São Paulo e inaugurou, em maio, o Hub CK – abreviação de cloud kitchen, que são cozinhas voltadas apenas para delivery, também conhecidas como restaurantes virtuais ou dark kitchens.

“O Uber Eats me envia uma seleção de empresas, e eu escolho a melhor proposta. O bom é que eu já tenho clientes garantidos”. 

O Hub oferece todos os equipamentos e móveis para as cozinhas, que podem ser personalizados de acordo com as necessidades do cliente, e manutenção de equipamentos, limpeza e segurança. Segundo Petribu, cada restaurante do Hub tem seu próprio alvará sanitário.

 

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