Design pensado para o público brasileiro é a máxima da Evol com reformulação da linha Verona

A Evol relançou no mercado a linha Verona de churrasqueiras. Os produtos passaram por um redesign desenvolvido em conjunto com o StudioIno.

A linha Verona tem como objetivo a alta performance, maximizado pelo design estratégico. Algumas características dos produtos são:

  • Acabamento Built-in: o novo design envolve totalmente o nicho de instalação.
  • Maior abertura do mercado: Abertura da tampa de 105º que facilita muito na exaustão da fumaça.
  • Grelha de 8 mm: aumentamos a espessura da nossa grelha trazendo mais robustez ao produto.
  • Praticidade do sistema “Push Turn”: Acendimento super rápido com novo design dos botões com gravação a laser.

Uma das premissas da Evol, reforça Adelfo Cidi Júnior, fundador e diretor executivo da empresa, é criar linhas de produtos, como churrasqueiras e coifas, de acordo com necessidades do consumidor brasileiro, que cada vez mais tem investido no espaço gourmet da residência.

O designer Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, que assina a linha Evol, conta que compreender os desejos e as formas de uso dos produtos é o ponto de inspiração para a criação.

“Hoje, o caminho do projeto parte das pessoas. O que revolucionou o papel do design foi a experiência do usuário, as pessoas no centro do projeto”, define o designer.

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Cozinhas compartilhadas são incubadoras de negócios iniciantes

A experiência de empresas de gastronomia em cozinhas de aluguel foi o tema da conversa de Diris Petribu, diretora do StudioIno, do HubFS e Hub CK, com o Canal Restaurante, do jornalista Sérgio Lerrer. 

A entrevista mostra como pequenas empresas de alimentação têm conseguido crescer nesse modelo. São microempresas de refeições prontas que têm conseguido começar em condições profissionais usando cozinhas de coworking ou espaços de cozinhas para deliveries. 

O relato faz parte da Série “Marmitaria Brasil”, idealizada pela Ajinomoto Food Service, Portal Meu Negócio e Canal Restaurante.

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Desmistificando as “dark kitchens”

Diris Petribú, diretora de arquitetura do StudioIno, participou de uma live promovida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, da Prefeitura de São Paulo. A conversa foi sobre cozinhas criadas para o delivery e empreendedorismo gastronômico.

Para Diris, a implantação de uma dark kitchen deve considerar alguns fatores, por exemplo, a vizinhança, a estrutura e até mesmo o local onde os entregadores vão aguardar para retirar os pedidos. “É preciso pesquisar o ponto para verificar o raio de atuação, pois o delivery é uma expansão de uma operação que já existe. O fluxo para operação é importante: espaço de estoque, exaustão, vizinhança, entorno. É preciso estudar todos os fatores”, ressalta.

Clique aqui para ver um resumo da conversa ou o vídeo inteiro.

Gelateria Spatola se prepara para abrir segunda unidade

Em 2019, o empresário Robson Tavares procurou o StudioIno para montar um negócio “do zero”. A ideia era abrir um espaço de café e gelato em Itajubá (MG) e o resultado foi um  projeto completo, desde a arquitetura até a comunicação visual do empreendimento. Assim começou a história da Spatola Gelateria e Café que, este ano, ganha um segundo capítulo. A gelateria já está preparando a próxima unidade, desta vez, em Pouso Alegre! 

Branding

Depois de comandar franquias de um rede de alimentação, Robson abriu a Spatola, seu primeiro negócio 100% próprio, em setembro. O time de design do StudioIno trabalhou com o empreendedor desde o início da concepção do espaço, desenvolvendo o conceito e todo o branding da gelateria. Por trás da marca Spatola, está a filosofia de construir uma experiência descolada e autêntica para os consumidores. Isso será feito por meio de produtos genuínos e de alta qualidade, degustados em um ambiente amigável e moderno, com atendimento carismático e afetivo.

Arquitetura

O trabalho do StudioIno para a Spatola incluiu todas as etapas necessárias para o início de um  novo negócio de alimentação. O projeto de arquitetura incluiu o desenvolvimento do layout para o laboratório de sorvetes com a especificação dos equipamentos a serem utilizados, o estudo de fluxos, as plantas técnicas com detalhes para a instalação. Tudo isso, integrando o interior da gelateria e as áreas de atendimento ao consumidor.

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Arquitetura e design: o que podemos fazer pelo seu negócio de alimentação

Somos especialistas em arquitetura e design para foodservice. Veja o que podemos fazer pelo seu negócio.

Branding

Criamos novos conceitos de foodservice. Desenvolvemos nome, marca, e outros elementos do branding, construindo a melhor experiência para o consumidor.

Arquitetura

Projetos de cozinha – fazemos o layout e propomos processos, equipamentos e fluxos.

Projetos de ambientação – criamos a atmosfera para comunicar os valores da marca.

Design de equipamentos

Projetamos novos equipamentos e mobiliários para cozinhas e restaurantes, que podem ter aplicações específicas ou serem fabricados em série.

Cozinha para aluguel

Disponibilizamos uma cozinha profissional para aluguel pronta para operar e pensada para as necessidades do delivery.

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Como o conceito pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de um negócio

Quando uma família ou um grupo de amigos decide sair para comer fora, alguns fatores os farão ficar felizes ou chateados com o passeio. A qualidade da comida é essencial, mas outros elementos também contribuem. O atendimento foi bom? O ambiente combinou com a proposta do restaurante? O tempo passado no local foi agradável? A soma de todos esses elementos determina como será a experiência do consumidor. E para oferecer uma experiência positiva o negócio precisa de um conceito forte e bem resolvido. Então, como um estabelecimento de foodservice pode desenvolver um conceito interessante?

O que é conceito em foodservice e porque ele é importante

O conceito é a ideia principal do negócio ou sua identidade central. Essa filosofia vai permear todos os aspectos do empreendimento. Voltando às perguntas hipotéticas acima, é o conceito vai determinar como será o atendimento (informal, glamuroso, lúdico, etc), a decoração (rústica, esportiva, minimalista, etc), entre outros. 

Em resumo, toda decisão administrativa vai passar pelo conceito. Desde o início da obra (que acabamentos são adequados? Que equipamento é ideal para o tipo de serviço proposto?) até o treinamento dos funcionários (qual será a postura no atendimento? Como será o uniforme?). O conceito se fortalece e fica mais claro para o consumidor na medida que é comunicado coerentemente por todos os pontos de contato: decoração, marca, atendimento, mídias, etc.

No final das contas, não é só comida. A experiência é o valor que o negócio vai entregar ao cliente. 

O que faz um bom conceito ser bom 

A importância do conceito para a experiência do consumidor e, portanto, o sucesso de um negócio, é bastante clara. Mas, o que faz um conceito ser bom? Como elaborar um? 

Em nosso trabalho no StudioIno, ajudamos empreendedores independentes e também redes e franquias a formatar e/ou ajustar o conceito dos negócios. Nessa experiência, percebemos que muitos fatores influenciam a formatação de uma filosofia interessante. Porém, encontramos cinco itens sempre presentes:

  • Mercado (público-alvo, cenário econômico, oportunidades, etc)
  • Finanças (capital disponível para investimento e expectativa de retorno)
  • Experiência do consumidor (como o cliente se sente no estabelecimento, que conexão ele forma com o local)
  • Cardápio (como o tipo de alimento preparado e o formato do serviço)
  • Tendências (inovações que começam a ganhar mercado)

Criamos um mapa para auxiliar na formatação / desenvolvimento do conceito em foodservice.

Vamos analisar um por um?

Mercado 

O conceito não fará sentido se não levar em conta o mercado no qual o negócio está inserido. Então, é preciso pensar quem é o público-alvo do estabelecimento e o cenário econômico do setor. Os consumidores são jovens ou mais velhos? Moram perto ou vêm de outros bairros? Tem poder aquisitivo alto ou limitado? Procuram alimentação rápida ou uma mesa para sentar com família? Enfim, que problema ou necessidade o negócio pode resolver para o cliente.

Finanças 

Logicamente, o planejamento tem que caber no bolso. Até a ideia mais criativa cairá por terra se não for financeiramente viável. O empreendedor deve equilibrar o capital disponível para investimento com a expectativa de retorno. 

Experiência do consumidor 

É a experiência que o consumidor teve no restaurante que o fará querer repetir a visitar ou querer falar mal do lugar para os amigos. Ela é totalmente emocional e percebida pelos cinco sentidos humanos: o que vemos, ouvimos, cheiramos, provamos e pegamos. 

A experiência é construída na jornada do consumidor pelos diversos pontos de contato com a marca: visitar o site na internet, telefonar para fazer uma reserva, estaciona o carro, ser atendido no balcão ou na mesa, a atmosfera do ambiente, a qualidade e apresentação da comida e bebida, pagar a conta, etc. 

Cardápio 

Claro que a comida deve ser boa. Mas, além disso, deve casar com conceito. Em muitos casos, o cardápio é a peça principal do estabelecimento e toda a filosofia gira em torno dele. Veremos mais abaixo alguns exemplos bem sucedidos de como a escolha do tipo de menu orientou toda a forma de conduzir e comunicar um negócio. 

Tendências 

Recentemente, A Associação Norte-Americana de Restaurantes (NRA, na sigla em inglês) divulgou um guia com as principais tendências que estão ganhando popularidade no mercado de foodservice. Uma das perguntas feitas durante o estudo foi: que conceito o consumidor procura quando vai comer fora?

Entre as práticas destacadas como em crescimento no mercado estão o uso de produtos locais, a preocupação com uma alimentação saudável, e a adoção do fast casual, mas com um toque de personalização do chef.

Analisando a lista, percebi que os itens não chegam a ser novidade para os operadores brasileiros. Alguns restaurantes e empreendedores daqui, principalmente as novas marcas, já conceberam o conceito de seus negócios alinhados a essas tendências. Abaixo, dou alguns exemplos interessantes.

Para conhecer os novos conceitos de restaurantes, veja o post “10 tendências em conceitos de foodservice”

Mas… qual é o melhor conceito em foodservice?

Então… Tenho uma boa notícia e uma má notícia.

A boa má notícia é que, assim como tudo que é interessante nessa vida, não há “receita de bolo”. Não existe uma fórmula que vá garantir a elaboração de um conceito perfeito. Na prática, o melhor conceito é aquele que funciona, aquele que está adequado ao que o estabelecimento pode oferecer. A boa notícia é que, com base nos elementos acima, é possível desenvolver um conceito forte. 

A comida, o serviço e a atmosfera do ambiente são os fatores mais importantes nesta definição. Uma excelente arquitetura pode atrair clientes, mas não vai mantê-los, não cria fidelidade. O conceito é fortalecido quando é coerentemente comunicado através dos diversos pontos de contato do cliente com o restaurante: a comida, o serviço, o nome, o design da marca, a atmosfera do ambiente, a cozinha, os uniformes. A filosofia do negócio será mais forte na medida que os estes fatores estiverem adequados e equilibrados.

Vejamos exemplos de conceitos coerentes 

Pizza Makers

Conceito: um restaurante fast casual de pizzas e saladas no qual o cliente cria a sua própria pizza. Ele escolhe a massa, os ingredientes e tudo é feito na hora em dois minutos.

Nesse caso, o serviço é o conceito central. O formato da loja foi pensado para dar condições de um fluxo rápido de clientes. O equipamento principal, um forno de pizza, foi escolhido especificamente para permitir que a pizza fosse assada rapidamente e na vista dos clientes. O atendimento é amigável e casual, oferecendo o serviço rápido mas de qualidade que o público pede. A decoração é jovial e moderna, refletindo valores da marca e do consumidor alvo.

Mais sobre o projeto do Pizza Markers

B.lem 

Conceito: trazer os produtos de padaria e doces portugueses para o Brasil, o melhor pastel de nata de São Paulo. 

O conceito gira em torno da exclusividade do produto. Toda a comunicação da marca busca mostrar e reforçar valores associados ao doce. Na decoração, os materiais e detalhes foram definidos para criar um ambiente com personalidade, aconchegante e moderno.

Mais sobre o projeto do B.Lem

Texto: Emmanuel Melo 

Emmanuel Melo é designer, membro da FCSI e sócio-fundador do StudioIno  

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Como definir o branding de negócios de alimentação

Qual é a importância do branding na concepção de projetos arquitetônicos? João Carlos Faia, gerente de projeto do StudioIno, falou sobre esse tema em uma aula gratuita para a Escola de Gestão em Negócios da Gastronomia. A conversa fez parte de uma série de conteúdos que a escola está disponibilizando em suas redes sociais e foi transmitida, na última quarta (2/6), no canal da instituição no YouTube.

No vídeo, Faia detalha o papel da comunicação da marca no desenho das estruturas de foodservice. Para ele, para desenvolver um branding eficiente, o negócio de alimentação precisa:

  • Definir o conceito do negócio.⠀
  • Alinhar a comunicação de todos os pontos de contato da marca com o cliente / mercado.⠀
  • Analisar o mercado e estabelecer estratégias.⠀
  • Tornar a proposta de valor clara e comunicar os diferenciais competitivos ao público.
  • Definir critérios para escolhas de cardápio, forma de atendimento, design de interiores, cores, logo, etc⠀

João Carlos Faia é arquiteto pós graduado em Gestão de Marketing. Ele faz parte da Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice (FCSI – Food Consultant Society International) e tem no currículo projetos para clientes como IMC, Starbucks, Caterpilar, Deca, Pizza Hut, KFC, Taco Bell entre outros.⠀

(Imagem do cabeçalho: Spencer Davis no Unsplash)

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Doces da Crime Pastry são indicados pela Veja São Paulo

A coluna Comidinhas da revista Veja São Paulo desta semana recomendou as opções da Crime Pastry Shop. Comandada pelo chef Rafael Protti, a Crime abriu as portas para o público em janeiro e o projeto foi executado pelo StudioIno.

A Veja indica os doces favoritos, como o mil-folhas, “com três camadas de um folhado muito delicado entremeadas de chantili com queijo mascarpone cheio de leveza”, ou a torta de abacaxi ao rum que “agrada pelo sabor evidente dessa fruta caramelada”.

O texto completo está disponível aqui:

A Crime une uma proposta divertida com comidas deliciosas. No nome e na ambientação, uma postura despojada. Como eles mesmos descrevem, a Crime é uma confeitaria com tudo de bom que pode ser encontrado nos estabelecimentos franceses, “mas sem muito fru-fru”.

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Dona de gelateria viraliza com post sobre trocar carreira acadêmica por empreendimento

Conheça as últimas tendências em equipamentos para foodservice

Não foi só a pandemia que transformou o setor de alimentação. O combate ao vírus acabou acelerando a implementação de mudanças que já vinham surgindo no horizonte. Essas transformações vieram para ficar e devem permanecer mesmo quando a Covid-19 estiver sob controle. São, por exemplo, tendências que têm a ver com preocupações ambientais e diferenças geracionais e não se relacionam com a crise de saúde. 

Podemos dividir as megatendências em seis grupos:

  • Mão de obra: Simplificar e facilitar o uso. Melhorar a produtividade e reduzir a mão de obra.
  • Segurança alimentar: Garantir e facilitar o controle sanitário. Estamos cada vez mais vulneráveis a doenças alimentares.
  • Energia: Usar racionalmente, reduzir, reaproveitar e diminuir os custos.
  • Meio ambiente: Estar atento aos “big three” da sustentabilidade: água, qualidade do ar e lixo.
  • Competição e concentração: Criar uma experiência legal para as pessoas é o grande desafio dos operadores. Toda ajuda nesse sentido é bem-vinda.
  • Alimentação saudável: Estar atento aos novos hábitos dos consumidores, que querem porções menores, dividir pratos e sobremesas, menos carboidratos, menos calorias, mais saladas.

Quais são as tendências de foodservice para equipamentos?

Essas megatendências se refletem na cozinha. Transformações sociais e econômicas mudam o funcionamento dos locais de alimentação. Isso gera um impacto nos equipamentos desenvolvidos para esses estabelecimentos.

  • As cozinhas estão ficando menores.
  • O fast-casual afeta. A velocidade do serviço é mais importante do que nunca, independentemente do formato, o cliente espera mais controle.
  • Os restaurantes estão usando ingredientes mais frescos, mais sazonais e locais. Isso gera um impacto no layout, mão de obra, processos e muito mais.
  • Os custos da mão de obra continuam impactando no layout e especificação de equipamentos para todos os restaurantes.

Como a compra de alimentos locais e sazonais afeta a escolha dos equipamentos

Uma das tendências observadas é o crescimento da procura por refeições feitas com ingredientes locais, de pequenos produtores ou com produção artesanal. Isso, claro, muda a forma como as cozinhas são estruturadas. Nesse novo cenário, o equipamento deve:

  • Manter ou aumentar a produtividade.
  • Melhorar os perfis de sabor e permitir que os ingredientes brilhem.
  • Comunicar os valores da marca, facilitando grandes experiências para o cliente.

A preferência por alimentos locais e sazonais afeta também como os equipamentos são selecionados. Para escolher o produto ideal é preciso:

  • Dar ênfase a equipamentos para preparação, tais como processadores de alimentos, fatiadores, etc.
  • Priorizar refrigeradores mais que os freezers, câmaras frigoríficas combinadas se tornando populares também.
  • Refrigeradores sob a linha de cocção, ou onde a operação precise.
  • Resfriadores rápidos ajudam a preservar melhor os alimentos.
  • Priorizar o uso de equipamentos flexíveis como pias que podem tornar-se áreas de trabalho.
  • Começar com um conjunto principal de equipamentos e complementar a partir dele.

Por conta dessas tendências, alguns equipamentos estão crescendo em popularidade. Entre eles: 

  • Equipamentos de cocção rápida – Exemplos: Turbo Chef, Chef Express, Forza
  • Equipamentos multifuncionais – Exemplos: Forno Combinado, Frigideira (cozimento, fritura, grelhados de chapa)
  • Equipamentos para o serviço de bebidas – Exemplos: Refrigeradores back bar, dispensadores de chope, glass froster.
  • Equipamentos para merchandising e expositores (vitrines) para autosserviço

Quais são as tendências de foodservice para menu?

  • Os menus estão voltando ao básico.
  • A transição para a integração e personalização.
  • Projetar para a mudança: criar espaços flexíveis que possam crescer e evoluir com o menu.
  • Esquecer o menu! A popularização do “grab and go” leva mais itens do cardápio para toda parte e gera a necessidade de equipamentos com dupla temperatura (quente e frio) para conservação dos alimentos.

O incrível encolhimento das cozinhas

Apesar da adoção da abordagem “from scratch”, a verticalização da produção, as cozinhas estão ficando cada vez menores. Claro que mais assentos significa mais receita mas, é preciso equilibrar as áreas de Back of the House (BOH) e Front of the House. Ou seja, ficou mais difícil equacionar os espaços da cozinha e do salão. Um exemplo é o local embaixo da coifa, que ficou disputado e agora pede equipamentos multifuncionais.

Saiba mais sobre outras megatendências no foodservice

Baixe aqui o ebook gratuito sobre megatendências no foodservice

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