Fastinox apresenta nova linha de cocção

A Fastinox lançou no mercado a linha Hefesto 700 de cocção. A família de produtos foi desenvolvida pelo StudioIno. São equipamentos robustos, confiáveis e de alto desempenho.

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Beleaf abre fábrica própria para aumentar a produção de refeições veganas

Guiada pelo aumento da demanda dos consumidores, a Beleaf investiu na construção de uma fábrica própria para triplicar a produção de refeições diárias. A empresa comercializa pratos prontos com alimentos de origem 100% vegetal. O espaço, inaugurado em setembro, foi projetado pelo StudioIno, que fez também o acompanhamento da obra.

Localizada no bairro do Brooklin, em São Paulo, a fábrica da Beleaf tem 570 m2 + 200 m2 de área administrativa. Diris Petribú, diretora de arquitetura do StudioIno, detalha que o local foi desenhado dentro de todas as normas e processos, que garantem a saúde e segurança da produção. “A fábrica tem equipamentos de alta performance, montagem com esteira, e processos de cozimento e resfriamento em cook & chill”, conta Diris. Dentre os fornecedores para o produtos usados no projeto estão a Engefood/Rational com fornos combinados, frigideira iVario, ultracongeladores Irinox e Prática, São Rafael, com câmaras frigoríficas.

Cíntia Trovo, gerente de produção da Beleaf, explica que a decisão de construir a fábrica partiu de uma observação do mercado, que indicou um crescimento da busca por refeições prontas saudáveis. “Somos uma indústria de alimentos e precisávamos de um espaço que conseguisse nos ajudar no fluxo de processos. Dessa maneira, aumentaríamos a produtividade e a qualidade dos processos produtivos”, conta Cíntia. Ela diz que Beleaf tem a expectativa de mais que triplicar a produção. Anteriormente, a empresa fazia 3 mil refeições por dia. Com a nova fábrica, a capacidade produtiva sobe para 10 mil marmitas diárias.

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Podcast destaca a trajetória e inovação da Evol

Cliente do StudioIno, a Evol foi tema do podcast Nos Detalhes, que mostra os bastidores de grandes empreendimentos da indústria brasileira. O entrevistado do episódio foi o CEO e fundador da Evol, Adelfo Cidi. Ele contou a trajetória da empresa e falou sobre os desafios que enfrentou no início da marca.

Depois de uma viagem à China, Cidi decidiu trazer churrasqueiras à gás para o Brasil e os primeiros produtos foram distribuídos pelo próprio empresário. Com um porta-malas cheio, ele dirigiu “de Porto Alegre a Recife” apresentando a novidade ao mercado. 

A aposta inicial da Evol foi unir as possibilidades das fábricas chinesas a uma pesquisa sobre o que o público brasileiro espera de equipamentos para churrasco. Um passo Cidi entendeu que o modelo das churrasqueiras residenciais norte-americanas poderia funcionar no nosso mercado com ajustes para o público local. Dois elementos foram cruciais. Fabricar churrasqueiras para embutir, e não móveis como nos EUA, e mudar a matéria prima principal para aço inoxidável. Como no Brasil usamos sal grosso para temperar as carnes, era importante utilizar um material que fosse resistente a ele.  

O tino e o estudo de Adelfo Cidi estavam corretos. As linhas de churrasqueiras a gás da Evol foram uma inovação muito bem aceita no mercado. Com o tempo, a empresa foi ampliando as famílias de produtos, adicionando coifas, adegas, cervejeiras e acessórios.

Novas linhas de produtos

Mais recentemente, o StudioIno foi chamado para pensar novos desenhos para churrasqueiras e coifas. Em março de 2020, foram lançadas as linhas Alpha e Prime e, agora em setembro de 2021, chegam ao mercado o redesign da linha Verona. 

No podcast, Adelfo Cidi comentou a parceria com o StudioIno na reformulação dos equipamentos. “É um produto com olhar brasileiro. Eu busco entender o churrasco brasileiro e junto com o Emmanuel [Melo] do StudioIno nós estamos traduzindo isso para os produtos e levando até a casa do consumidor”.

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Design pensado para o público brasileiro é a máxima da Evol com reformulação da linha Verona

A Evol relançou no mercado a linha Verona de churrasqueiras. Os produtos passaram por um redesign desenvolvido em conjunto com o StudioIno.

A linha Verona tem como objetivo a alta performance, maximizado pelo design estratégico. Algumas características dos produtos são:

  • Acabamento Built-in: o novo design envolve totalmente o nicho de instalação.
  • Maior abertura do mercado: Abertura da tampa de 105º que facilita muito na exaustão da fumaça.
  • Grelha de 8 mm: aumentamos a espessura da nossa grelha trazendo mais robustez ao produto.
  • Praticidade do sistema “Push Turn”: Acendimento super rápido com novo design dos botões com gravação a laser.

Uma das premissas da Evol, reforça Adelfo Cidi Júnior, fundador e diretor executivo da empresa, é criar linhas de produtos, como churrasqueiras e coifas, de acordo com necessidades do consumidor brasileiro, que cada vez mais tem investido no espaço gourmet da residência.

O designer Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, que assina a linha Evol, conta que compreender os desejos e as formas de uso dos produtos é o ponto de inspiração para a criação.

“Hoje, o caminho do projeto parte das pessoas. O que revolucionou o papel do design foi a experiência do usuário, as pessoas no centro do projeto”, define o designer.

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Cozinhas compartilhadas são incubadoras de negócios iniciantes

A experiência de empresas de gastronomia em cozinhas de aluguel foi o tema da conversa de Diris Petribu, diretora do StudioIno, do HubFS e Hub CK, com o Canal Restaurante, do jornalista Sérgio Lerrer. 

A entrevista mostra como pequenas empresas de alimentação têm conseguido crescer nesse modelo. São microempresas de refeições prontas que têm conseguido começar em condições profissionais usando cozinhas de coworking ou espaços de cozinhas para deliveries. 

O relato faz parte da Série “Marmitaria Brasil”, idealizada pela Ajinomoto Food Service, Portal Meu Negócio e Canal Restaurante.

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Desmistificando as “dark kitchens”

Diris Petribú, diretora de arquitetura do StudioIno, participou de uma live promovida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, da Prefeitura de São Paulo. A conversa foi sobre cozinhas criadas para o delivery e empreendedorismo gastronômico.

Para Diris, a implantação de uma dark kitchen deve considerar alguns fatores, por exemplo, a vizinhança, a estrutura e até mesmo o local onde os entregadores vão aguardar para retirar os pedidos. “É preciso pesquisar o ponto para verificar o raio de atuação, pois o delivery é uma expansão de uma operação que já existe. O fluxo para operação é importante: espaço de estoque, exaustão, vizinhança, entorno. É preciso estudar todos os fatores”, ressalta.

Clique aqui para ver um resumo da conversa ou o vídeo inteiro.

Gelateria Spatola se prepara para abrir segunda unidade

Em 2019, o empresário Robson Tavares procurou o StudioIno para montar um negócio “do zero”. A ideia era abrir um espaço de café e gelato em Itajubá (MG) e o resultado foi um  projeto completo, desde a arquitetura até a comunicação visual do empreendimento. Assim começou a história da Spatola Gelateria e Café que, este ano, ganha um segundo capítulo. A gelateria já está preparando a próxima unidade, desta vez, em Pouso Alegre! 

Branding

Depois de comandar franquias de um rede de alimentação, Robson abriu a Spatola, seu primeiro negócio 100% próprio, em setembro. O time de design do StudioIno trabalhou com o empreendedor desde o início da concepção do espaço, desenvolvendo o conceito e todo o branding da gelateria. Por trás da marca Spatola, está a filosofia de construir uma experiência descolada e autêntica para os consumidores. Isso será feito por meio de produtos genuínos e de alta qualidade, degustados em um ambiente amigável e moderno, com atendimento carismático e afetivo.

Arquitetura

O trabalho do StudioIno para a Spatola incluiu todas as etapas necessárias para o início de um  novo negócio de alimentação. O projeto de arquitetura incluiu o desenvolvimento do layout para o laboratório de sorvetes com a especificação dos equipamentos a serem utilizados, o estudo de fluxos, as plantas técnicas com detalhes para a instalação. Tudo isso, integrando o interior da gelateria e as áreas de atendimento ao consumidor.

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Arquitetura e design: o que podemos fazer pelo seu negócio de alimentação

Somos especialistas em arquitetura e design para foodservice. Veja o que podemos fazer pelo seu negócio.

Branding

Criamos novos conceitos de foodservice. Desenvolvemos nome, marca, e outros elementos do branding, construindo a melhor experiência para o consumidor.

Arquitetura

Projetos de cozinha – fazemos o layout e propomos processos, equipamentos e fluxos.

Projetos de ambientação – criamos a atmosfera para comunicar os valores da marca.

Design de equipamentos

Projetamos novos equipamentos e mobiliários para cozinhas e restaurantes, que podem ter aplicações específicas ou serem fabricados em série.

Cozinha para aluguel

Disponibilizamos uma cozinha profissional para aluguel pronta para operar e pensada para as necessidades do delivery.

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Como o conceito pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de um negócio

Quando uma família ou um grupo de amigos decide sair para comer fora, alguns fatores os farão ficar felizes ou chateados com o passeio. A qualidade da comida é essencial, mas outros elementos também contribuem. O atendimento foi bom? O ambiente combinou com a proposta do restaurante? O tempo passado no local foi agradável? A soma de todos esses elementos determina como será a experiência do consumidor. E para oferecer uma experiência positiva o negócio precisa de um conceito forte e bem resolvido. Então, como um estabelecimento de foodservice pode desenvolver um conceito interessante?

O que é conceito em foodservice e porque ele é importante

O conceito é a ideia principal do negócio ou sua identidade central. Essa filosofia vai permear todos os aspectos do empreendimento. Voltando às perguntas hipotéticas acima, é o conceito vai determinar como será o atendimento (informal, glamuroso, lúdico, etc), a decoração (rústica, esportiva, minimalista, etc), entre outros. 

Em resumo, toda decisão administrativa vai passar pelo conceito. Desde o início da obra (que acabamentos são adequados? Que equipamento é ideal para o tipo de serviço proposto?) até o treinamento dos funcionários (qual será a postura no atendimento? Como será o uniforme?). O conceito se fortalece e fica mais claro para o consumidor na medida que é comunicado coerentemente por todos os pontos de contato: decoração, marca, atendimento, mídias, etc.

No final das contas, não é só comida. A experiência é o valor que o negócio vai entregar ao cliente. 

O que faz um bom conceito ser bom 

A importância do conceito para a experiência do consumidor e, portanto, o sucesso de um negócio, é bastante clara. Mas, o que faz um conceito ser bom? Como elaborar um? 

Em nosso trabalho no StudioIno, ajudamos empreendedores independentes e também redes e franquias a formatar e/ou ajustar o conceito dos negócios. Nessa experiência, percebemos que muitos fatores influenciam a formatação de uma filosofia interessante. Porém, encontramos cinco itens sempre presentes:

  • Mercado (público-alvo, cenário econômico, oportunidades, etc)
  • Finanças (capital disponível para investimento e expectativa de retorno)
  • Experiência do consumidor (como o cliente se sente no estabelecimento, que conexão ele forma com o local)
  • Cardápio (como o tipo de alimento preparado e o formato do serviço)
  • Tendências (inovações que começam a ganhar mercado)

Criamos um mapa para auxiliar na formatação / desenvolvimento do conceito em foodservice.

Vamos analisar um por um?

Mercado 

O conceito não fará sentido se não levar em conta o mercado no qual o negócio está inserido. Então, é preciso pensar quem é o público-alvo do estabelecimento e o cenário econômico do setor. Os consumidores são jovens ou mais velhos? Moram perto ou vêm de outros bairros? Tem poder aquisitivo alto ou limitado? Procuram alimentação rápida ou uma mesa para sentar com família? Enfim, que problema ou necessidade o negócio pode resolver para o cliente.

Finanças 

Logicamente, o planejamento tem que caber no bolso. Até a ideia mais criativa cairá por terra se não for financeiramente viável. O empreendedor deve equilibrar o capital disponível para investimento com a expectativa de retorno. 

Experiência do consumidor 

É a experiência que o consumidor teve no restaurante que o fará querer repetir a visitar ou querer falar mal do lugar para os amigos. Ela é totalmente emocional e percebida pelos cinco sentidos humanos: o que vemos, ouvimos, cheiramos, provamos e pegamos. 

A experiência é construída na jornada do consumidor pelos diversos pontos de contato com a marca: visitar o site na internet, telefonar para fazer uma reserva, estaciona o carro, ser atendido no balcão ou na mesa, a atmosfera do ambiente, a qualidade e apresentação da comida e bebida, pagar a conta, etc. 

Cardápio 

Claro que a comida deve ser boa. Mas, além disso, deve casar com conceito. Em muitos casos, o cardápio é a peça principal do estabelecimento e toda a filosofia gira em torno dele. Veremos mais abaixo alguns exemplos bem sucedidos de como a escolha do tipo de menu orientou toda a forma de conduzir e comunicar um negócio. 

Tendências 

Recentemente, A Associação Norte-Americana de Restaurantes (NRA, na sigla em inglês) divulgou um guia com as principais tendências que estão ganhando popularidade no mercado de foodservice. Uma das perguntas feitas durante o estudo foi: que conceito o consumidor procura quando vai comer fora?

Entre as práticas destacadas como em crescimento no mercado estão o uso de produtos locais, a preocupação com uma alimentação saudável, e a adoção do fast casual, mas com um toque de personalização do chef.

Analisando a lista, percebi que os itens não chegam a ser novidade para os operadores brasileiros. Alguns restaurantes e empreendedores daqui, principalmente as novas marcas, já conceberam o conceito de seus negócios alinhados a essas tendências. Abaixo, dou alguns exemplos interessantes.

Para conhecer os novos conceitos de restaurantes, veja o post “10 tendências em conceitos de foodservice”

Mas… qual é o melhor conceito em foodservice?

Então… Tenho uma boa notícia e uma má notícia.

A boa má notícia é que, assim como tudo que é interessante nessa vida, não há “receita de bolo”. Não existe uma fórmula que vá garantir a elaboração de um conceito perfeito. Na prática, o melhor conceito é aquele que funciona, aquele que está adequado ao que o estabelecimento pode oferecer. A boa notícia é que, com base nos elementos acima, é possível desenvolver um conceito forte. 

A comida, o serviço e a atmosfera do ambiente são os fatores mais importantes nesta definição. Uma excelente arquitetura pode atrair clientes, mas não vai mantê-los, não cria fidelidade. O conceito é fortalecido quando é coerentemente comunicado através dos diversos pontos de contato do cliente com o restaurante: a comida, o serviço, o nome, o design da marca, a atmosfera do ambiente, a cozinha, os uniformes. A filosofia do negócio será mais forte na medida que os estes fatores estiverem adequados e equilibrados.

Vejamos exemplos de conceitos coerentes 

Pizza Makers

Conceito: um restaurante fast casual de pizzas e saladas no qual o cliente cria a sua própria pizza. Ele escolhe a massa, os ingredientes e tudo é feito na hora em dois minutos.

Nesse caso, o serviço é o conceito central. O formato da loja foi pensado para dar condições de um fluxo rápido de clientes. O equipamento principal, um forno de pizza, foi escolhido especificamente para permitir que a pizza fosse assada rapidamente e na vista dos clientes. O atendimento é amigável e casual, oferecendo o serviço rápido mas de qualidade que o público pede. A decoração é jovial e moderna, refletindo valores da marca e do consumidor alvo.

Mais sobre o projeto do Pizza Markers

B.lem 

Conceito: trazer os produtos de padaria e doces portugueses para o Brasil, o melhor pastel de nata de São Paulo. 

O conceito gira em torno da exclusividade do produto. Toda a comunicação da marca busca mostrar e reforçar valores associados ao doce. Na decoração, os materiais e detalhes foram definidos para criar um ambiente com personalidade, aconchegante e moderno.

Mais sobre o projeto do B.Lem

Texto: Emmanuel Melo 

Emmanuel Melo é designer, membro da FCSI e sócio-fundador do StudioIno  

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Como definir o branding de negócios de alimentação

Qual é a importância do branding na concepção de projetos arquitetônicos? João Carlos Faia, gerente de projeto do StudioIno, falou sobre esse tema em uma aula gratuita para a Escola de Gestão em Negócios da Gastronomia. A conversa fez parte de uma série de conteúdos que a escola está disponibilizando em suas redes sociais e foi transmitida, na última quarta (2/6), no canal da instituição no YouTube.

No vídeo, Faia detalha o papel da comunicação da marca no desenho das estruturas de foodservice. Para ele, para desenvolver um branding eficiente, o negócio de alimentação precisa:

  • Definir o conceito do negócio.⠀
  • Alinhar a comunicação de todos os pontos de contato da marca com o cliente / mercado.⠀
  • Analisar o mercado e estabelecer estratégias.⠀
  • Tornar a proposta de valor clara e comunicar os diferenciais competitivos ao público.
  • Definir critérios para escolhas de cardápio, forma de atendimento, design de interiores, cores, logo, etc⠀

João Carlos Faia é arquiteto pós graduado em Gestão de Marketing. Ele faz parte da Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice (FCSI – Food Consultant Society International) e tem no currículo projetos para clientes como IMC, Starbucks, Caterpilar, Deca, Pizza Hut, KFC, Taco Bell entre outros.⠀

(Imagem do cabeçalho: Spencer Davis no Unsplash)

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